OhMibod Music Powered Vibrator

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Estou eu, faceiro, navegando na net em alguns sites de gadgets e tecnologias, quando me deparo com um Ad interessante.   Um par de belas pernas (femininas, obviamente) com um iPod preso nelas por meio de uma cinta, além de um outro estranho objeto. Achei que fosse um microfone.

Bela pernoca!

Cliquei na propaganda e fui redirecionado para o site da OhMiBod, uma fabricante de acessórios.  Até aí nada de mais, até eu perceber de que se trata o tal “estranho objeto” (que vocês já devem ter deduzido o que seja).

Sim. É um vibrador para ser conectado ao iPod. O que mais faltam inventar??????  O treco vibra conforme o ritmo das músicas, no melhor estilo “force feedback”. É só plugar no seu iPod ou cdplayer e mandar bala. Funciona sozinho, também, independente de uma fonte de música.
Com certeza, é um dos melhores exemplos do conceito “plug and play”.  Asexório.  E muitos outros trocadilhos que o próprio fabricante usa.

o kit completo

Meninas, vocês compram esse tipo de coisas?? Imaginem… aquela garota que nunca gostou de heavy metal, um dia resolve ouvir ‘ORGASMATRON’, do Sepultura.     Olha o depoimento de uma consumidora (ou consumidor, vai saber):

”Meu parceiro e eu compramos um splitter (é um treco pra duas saídas) para que aproveitemos juntos nosso produto durante as preliminares. Não conseguimos mais ouvir rádio sem imaginar que músicas funcionariam melhor…”
C.G e T.G, Provincetown, Ma.

”Meu parceiro e eu”??  Puta queo pariu. 

Miami Vice

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Mullets e blazers bregas não salvam esta adaptação para as telonas.

PosterEu confesso. Assisti a, no máximo, uns 2 episódios da série antiga de Miami Vice. Não lembro quase nada. Tive que recorrer a alguns reviews do seriado pra pegar algumas infos que apresento aqui. Lembro somente do Elvis, o jacaré, e do visual “eighties” ridículo da ambientação. Cabelinhos “mullet”, carrões conversíveis, mulheres de cabelo armado, mocassins esdrúxulos e blazers com camiseta.
Um espetáculo de divertido.

Aí fui assistir ao filme. Um lixo.
Ir ao cinema de domingo à noite já é programa de índio. E assistir a uma tranqueira dessas, nem se fala.
O diretor Michael Mann (que também trabalhava com o seriado) fez um longa metragem soturno, pesado, lento e arrastado. Muito diferente da série. E que em nada remete àquele ambiente de Miami que estamos acostumados a ver em outros filmes (ou mesmo na série).

Colin Farrell (Sonny) e Jamie Foxx (Rico) encarnam os dois detetives do condado de Miami-dade que acabam envolvidos no tráfico de drogas. Depois que uma de suas missões falha, são escalados para investigar um dos chefões do narcotráfico e se disfarçam de criminosos.
Começam a se envolver com o tal chefão para tentar descobrir qual agência de inteligência dedurou a missão anterior, e passam a negociar com o braço-direito do manda-chuva: a (belíssima) Gong Li.

 

 

 

a dupla dinâmica

A partir daí, a história descamba e vira uma mistura de romance, documentário e enrolação.  A trama é muito mal desenvolvida, obscura e confusa. Se perde MUITO tempo mostrando e tentando explicar o envolvimento de Sonny com a chinesa, o dilema de se apaixonar pela bandida, etc. É chato, lento, arrastado (estou repetindo os adjetivos porque meu repertório acabou).

Só pra terem noção, é um filme policial que só tem duas cenas reais de ação. E o personagem de Foxx nem faz as famosas piadas e tiradinhas de sarro que costumava fazer no seriado. Perdeu-se muito.
Há, porém, de se elogiar a atuação de Gong Li, que interpreta muito bem o tipo “cool” da personagem, e também de Jamie Foxx, que cada vez mais vem mostrando ser uma grata surpresa (depois de ‘Colateral’ e ‘Ray’). Colin Farrell, no entanto, é opaco e forçado. O personagem dele não convence, principalmente porque o diretor resolveu fazer dele o personagem “fodão”. O que nem de longe é. E Sonny não tem mais o jacaré Elvis. Sem comentários.

Resumindo: Um roteiro que poderia ser muito bom, um nome com muita força, um elenco de bons nomes (tirando o Farrell), mas que simplesmente não funciona. Se não fosse o nome Miami Vice, seria um filminho medíocre qualquer.

E tem cara de que vai ter continuação. Que eu não vou assistir nem a pau.

URLs engraçadas

Infernet No Comments »

O que você faria se eu perguntasse a você:  – Quer que eu compre algo pra você no site www.penisland.net?

Provavelmente me mandaria à merda, ou diria algo como – Viado é a puta que pariu!!!
Calma, já tentou clicar no link? Não é o site da “Terra do Pênis” (Penis Land)… é apenas um singelo e inocente link para o site Pen Island, ou seja, a Ilha das Canetas.  Vários modelos à venda, por preços acessíveis!!

E se eu disse que eu costumo acessar o site www.molestationnursery.com?  No mínimo, ia achar que eu sou um depravado pervertido.
Na verdade, é o site de uma pequena empresa que cuida de plantas (nursery), localizada em Mole Station. E não uma Enfermaria da Molestação (sexual), como os cabeças-de-bagre aí deduziram.

Eu acredito piamente que estes links acima foram intencionalmente feitos para gerar duplo sentido. Se não foram, bem… o cara que registrou estas URLs pode começar a procurar emprego em outra área.
Mais algumas pérolas:

- Who Represents? 
É um site para você descobrir quem são os agentes que representam certas celebridades.
http://www.whorepresents.com  (Whore Presents – Putas Apresentam)

- Therapist Finder
Tá precisando de um terapeuta?
http://www.therapistfinder.com (The Rapist Finder – Procurador de Estupradores)       

- Speed of Art
Um  ‘belo’ site de diretores de arte…
http://www.speedofart.com (Peido Veloz, ou Velocidade do Peido)

E pra fechar com chave de ouro (sem trocadilhos, por favor), uma fabricante nacional de portas:

Portas Fuck
http://www.fucksa.com.br

Essa não tem trocadilho – é o nome da empresa mesmo (que agora parece que é FUCKSA). E o site é um lixo.
Fuck, na verdade, é o sobrenome do proprietário. Que pode ser um imbecil, ou um gênio do marketing, depende do ponto de vista.
Fico com a primeira opção.

Skol Lemon

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Porque tudo, mas TUDO agora, tem que ter um toque de limão???

Esse feriado tive a oportunidade (se é que se pode chamar de oportunidade) de experimentar essa nova Skol Lemon.
Skol Lemon é a nova aposta da Skol em um segmento que cresce cada vez mais lá fora (principalmente na Europa). Só que nem sempre o que é bom na Europa é bom pra gente.

BizarroEsta aberração chamada Skol Lemon, em primeiro lugar, nem deveria ser chamada de Skol. Não me admiraria ver uma Schincariol ou uma Dolly lançando este produto. Mas a AMBEV, não. Ainda mais com a marca Skol. Decepção.
Em segundo lugar, também não deveria ser chamado de cerveja. Nem gelada essa merda desce.
Abri a latinha na maior expectativa. Da mesma forma, uma galera que já tinha tomado assistia à cena só esperando o que eu ia achar.

Vamos começar pelo cheiro. Tem cheiro de limonada. Mas não aquela limonada cítrica, tipo Smirnoff Ice. Skol Lemon cheira a limonada de padaria, com 5 quilos de açúcar. Sabe aquele cheiro doce? Então.
O primeiro gole foi cruel. A primeira coisa que você pensa é: “Se eu mesmo não tivesse aberto esta latinha, ia achar que os caras me sacanearam dando alguma mistura do que sobrou do almoço pra eu beber”. Enchi a boca com esse negócio, esperando um sabor do tipo (cerveja) Sol + Limão. E encontrei uma mistura de cerveja com gengibre com limonada e muito açúcar.

É impossível descrever o quanto esse treco é ruim. É doce. DOCE. Li na latinha – tem açúcar mesmo!!! Quem foi o filho da puta que teve a idéia de botar AÇÚCAR na cerveja???
E o limão então? LIMÃO O CACETE! Devem ser aquelas essências vagabundas de limão (tipo Tang), porque é ruim pra diabo. Ainda procurei nos ingredientes se tinha alguma coisa de gengibre. Não tem. Mas acreditem, tem gosto de gengibre essa merda. Foi unanimidade entre a galera que tomou.
A careta que eu fiz quando tomei deve ter sido indisfarçável, porque na hora todo mundo começou a rir e dizer: – Agora vai ter que tomar tudo!! Vai ter que tomar tudo!!  

Me senti um criminoso sentenciado à pena máxima. Ninguém gostou dessa coisa horrenda. Só as mulheres. Elas tomaram. Não dá mesmo pra entender essas criaturas.
Não tomei a latinha toda. Na verdade, tomei só mais um gole pra me certificar que era ruim mesmo. Missão cumprida. Corri e abri uma latinha da boa e velha Skol ‘normal’. Que delícia. Foi como acordar de um sonho ruim.

Enfim: não tomem isso, pelamordedeus. É quase como colaborar com o tráfico. Tomem a NS2 (da Nova Schin) que é surpreendentemente muito melhor. Ou a Smirnoff Ice. Ou mesmo ‘Nabundinha’.
Qualquer coisa é melhor do que essa Skol ‘Twist’.

ps: Pra quem não sabe o que é ‘nabundinha’, aí vai a receita:

- 01 lata de cerveja de qualidade, bem gelada
- 01 punhado de sal grosso
- meio limão
- chave do carro (tanto faz o carro)

Modo de preparo:
Vire a lata de cabeça pra baixo. Não chacoalhe a desgraçada, porque senão a espuma vai atrapalhar o processo.  Faça um furo do diâmetro de uma caneta Bic bem perto do fundo da lata, quase na dobra. Use a chave do carro. Tem que ser a chave do carro, é aí que está a graça.
Coloque o punhado de sal grosso nesta mesma parte côncava. Não passe o limite de altura da própria cavidade. Esprema o limão nesta cavidade. Não encharque.    Agora beba a cerveja pelo buraco feito pela chave. Se furada na parte correta, a cerveja passa pelo sal e pelo limão na golada. É muito bão, mas convenhamos: combina mais no calor, naquele churrascão.
2007-03-11

Leitura no vapor

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Me encheram tanto o saco por causa de um negócio aí que eu escrevi que sou obrigado a esclarecer:
Pô, vocês nunca leram jornal enquanto tomam banho??

Sim, eu leio jornal tomando banho. Para quem me perguntou como diabos eu faço isso, vamos lá:
Pegue seu jornal de preferência e leve ao box. Essa parte é importante, porque senão não vai ter jornal pra ler. Bom, suponho que você tenha um box. De preferência um que a parte superior seja plana, e não redonda. Se for redonda, não presta.

Coloque o jornal com cerca de 3 ou 4 dedos da parte superior dele dobrados sobre o topo do box. Geralmente nessa parte fica o cabeçalho (do jornal, não do box), que não tem nada de interessante pra ler – a menos que você queira saber que dia é hoje. Coloque, então, um peso sobre a parte superior do jornal. Pode ser um frasco de shampoo (de preferência um pouco cheio, senão fica muito leve), de condicionador, uma pedra, ou o que você tiver à disposição no momento. Até cinzeiro serve, já que ouvi dizer que tem gente que fuma tomando banho. Bizarro…

Bom: se você for um cara que lê rápido, vai perceber que uma página só do jornal não é suficiente pro tempo do banho (ou se você colocou na seção de quadrinhos). Essa é a parte mais difícil – Virar ou trocar de página.
Retire o peso (shampoo, pedra, etc) e pegue com cuidado nas bordas do jornal. Vá até a página desejada, dobrando com cuidado o jornal, e prenda-o novamente conforme já feito da primeira vez. Recoloque o peso, e voilà!

Claro que respinga um pouco de água no jornal, ou às vezes acontecem alguns imprevistos, como o shampoo cair lá de cima e estourar no chão, o jornal soltar e cair e encharcar dentro do box, etc. Mas depois que você pega a prática, fica facinho!! A menos que seu box seja minúsculo, daqueles que você precisa abrir a porta caso haja uma ereção, este procedimento é muito intuitivo. Com o tempo, você pega as manhas de fazer o mesmo com revistas, manual do carro, contratos, apostilas, lista telefônica, bula de remédio…

Enfim: com o jornal preso, ou pelo menos bem pendurado, é só proceder com seu banho e curtir uma boa leitura!

Que foi? Que cara é essa??

Cache

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Virou mania agora idolatrar filme-cabeça.

Assisti a Cache esse final de semana. Ontem, pra ser mais exato. E gostaria de dar minha opinião sobre 2 coisas:

O filme:
Georges (Daniel Auteuil) é um apresentador lá de um programa de tv que começa a receber fitas de vídeo em casa. Nas fitas, filmagens da fachada da sua casa, com sua esposa (Juliette Binoche) e o filho (sei lá o nome do ator moleque) entrando e saindo. Junto com as fitas, desenhos toscos e macabros.  A cada fita, as filmagens se tornam mais “próximas”, íntimas e pessoais (no caso de Georges), e lembranças do passado começam a assombrá-lo.

O filme fica nesse desenrolar de recebe-fita – investiga – flashback – relações pessoais. Termina praticamente do mesmo jeito que começou.

- – Não continue a ler caso não queira saber mais detalhes deste filme. – -

Quando terminou, eu ri. Ri mesmo, porque tinha certeza que ia acabar assim.

Parênteses:
Existe um “recurso”, cada vez mais em voga no cinema, chamado McGuffin.  Foi inventado por Hitchcock, até onde eu sei. Trata-se de alguma coisa que é colocada nos filmes pra chamar a atenção do espectador, mas que na teoria não tem importância nenhuma. Muitas vezes dá-se extrema importância à um McGuffin no início do filme, e depois, no desenrolar da história, sua importância diminui até, não raramente, desaparecer e nem mais se falar dela.
O termo surgiu de uma descrição dada pelo próprio autor: ”Imagine dois homens em um trem. Um deles diz: Que pacote é aquele no porta-bagagens? E o outro responde – Ah, é um McGuffin. O primeiro pergunta  – O que é um McGuffin? – Bem, é uma armadilha para pegar leões nas montanhas escocesas. O primeiro retruca: – Mas não há leões nas montanhas escocesas! – e o outro responde: – Ora, então não existe nenhum McGuffin!”
Então, McGuffin é absolutamente nada.
Fecha parênteses.

As fitas recebidas por George são exatamente McGuffins. Algo como o filho de Don Johnston em “Flores Partidas”.
Na verdade, são pretextos para que a história se desenrole sobre os segredos de cada membro da família, dos outros personagens, e até mesmo de você como espectador. O diretor Haneke parece tentar fazer as cenas filmadas serem associadas como a própria visão do espectador. “Parece”, porque como em todo filmeco-cabeça, existe essa “justificativa” de dizer que o que importa é a liberdade para o espectador imaginar o que quiser. Pura bosta.

O filme termina com tantas aberturas para o espectador “imaginar” que chega a ser ridículo. Nada tem resposta. Todas as perguntas que você se faz durante o filme ficam em aberto. “GÊNIO”, diriam alguns. Encheção de saco, digo eu.

Poster Cache

Algumas cenas são ótimas, confesso. Tá vendo o pôster do filme aí do lado?   EXCELENTE. Se ainda não viu o filme, guarde bem esta imagem. Achei do caralho! É a cena mais chocante de todo o filme, quebra totalmente o ritmo seguido até então. E os atores também são muito bons, perfeitos.

Outra coisa que eu humildemente admito é a minha ignorância sobre o fator político que o filme tem. Fui procurar fatos sobre relações França-Argélia e, lendo um pouco sobre isso, dá pra perceber que toda a história de Cache é uma grande metáfora para os fatos históricos franceses. E só por isso eu não classifico esse filme como “GRANDE MERDA”. Bom filme como metáfora política (e aquela velha história de tapa na cara da sociedade, mas um lixo como entretenimento. Ainda mais pra quem não é francês ou nem de longe sabia do passado daquele país.

Se quer uma noite de entretenimento e diversão, não veja este filme.
Se quiser debater teorias estapafúrdias entre amigos, esse filme é pra você, campeão. E também para… 

2) Cine-intelectuais de merda:
Como tem intelectualzinho que se acha, não? Nego vê filme, não entende porra nenhuma, e logo acha que é “filme-cabeça”.  Geralmente esses intelectuaizinhos acham que cinema americano é lixo – cinema iraquiano é que é fodão. Se for em aramaico e tiver orçamento de 1000 reais, então, é perfeito. Ou basta o filme sair da estrutura introdução/ desenrolar/ desfecho. Ah, pronto, os intelectuais acham o máximo. E adoram meter o pau no pessoal que diz: – Achei uma bosta.
Acho impressionante quanta gente eu vi dizendo que achou Cache o MÁXIMO. E quando eu pergunto por quê, usam todos os argumentos que citei acima. -E sobre a história,- eu pergunto. -A história é fantástica porque você é quem cria, você é quem imagina, você é quem fica quebrando a cabeça pra achar uma conclusão.      

Grande merda. Pra quê paga ingresso, então?
Mania besta de achar que filme diferente é filme bom.

H2OH!

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Novo óxido de dihidrogênio da Pepsi/Ambev.
Refrigerante fraco e aguado, isso sim!! Mas que é bão, é!

Sprite chacoalhada :)

Faz um tempo já que lançaram esse treco, e confesso que as campanhas me chamaram a atenção. Afinal, tinha outdoor, propaganda na TV, internet… mas achar o produto nos restaurantes e lanchonetes, NECAS.

Desencanei de procurar e continuei tomando minha boa e velha Coca Light. Aí, uns meses atrás, fui almoçar e vi um tio na mesa do lado tomando esse negócio. – É hoje, – pensei - e pedi um. Sem limão e gelo.

Vale abrir parênteses. Essa “falta” do produto pode até ter sido verdade, mas que foi boa pra Pepsi, ah foi. O que vi de nego (além de mim) procurando pra experimentar (e não achando) não foi brincadeira. Criou-se um hype. Estabelecimentos que tinham H2OH eram mapeados e indicados para os amigos.  Fantástico.

Enfim, voltando à minha primeira experiência: comecei analisando a embalagem. É translúcida, meio esverdeada, tipo vidro de carro. O nome, H2OH!, obviamente te faz pensar que está tomando uma daquelas águas aromatizadas (leia-se água de viado), algo como a Minalba lançou eras atrás. A aparência inclusive é cristalina, pra você acreditar ainda mais no engodo.

Enchi o copo.  Tomei um gole. Confesso que esperava um sabor do tipo água-com-gás (que eu odeio) e um cheiro de limão. E até que a surpresa não foi completamente má: até que é bom esse troço.
Imagine um copo até a metade de soda. Agora complete com água. Pronto, taí sua H2OH!. Ah, justiça seja feita: soda LIGHT, porque H2OH tem zero calorias.  Sim, tem aspartame.
Lendo o rótulo, vi que H2OH tem apenas 50% do gás que os demais refrigerantes. Isso é pra você achar que a bebida é LEVE. Lendo atentamente, achei o que procurava: REFRIGERANTE de limão de baixa caloria. O que é de baixa caloria? O refrigerante ou o limão?
Sabia! é refrigerante! Fraco, mas é! E ainda alegam que contém vitaminas B3, B5 e B6!! Uau!

Outra coisa que os mais desavisados não notaram: Ao lado do logo da H2OH existe o logo da SevenUp! Seria então a H2OH uma Sprite Light? Ou uma SevenUp  “chacoalhada” (pra perder o gás)?
A verdade é que pegaram um refri, tiraram o gás, deixaram a essência mais fraca, e venderam como “água” – em todos os sentidos. Isso é que é posicionamento. Zé Bananinhas do Marketing, aprendam.

Enfim… o fato é que eu gostei. Recomendo. Bem gelada. Diferente da Aquarius, da Coca, que é horrenda.

Aquarius

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Nem perca seu tempo. Água com sabor. Mau gosto… literalmente.

Essa Aquarius, da Coca Cola, é uma das coisas mais horrendas que já bebi.  Diferentemente da H2OH, da Pepsi (veja resenha aqui no Sobrenada), é realmente uma água gaseificada com sabor.     

Tem gosto de remédio!

Lançada para tentar seguir uma tendência “mundial” que só pegou na Argentina, a empresa investe nas águas com sabor. Afinal, segundo a própria Coca Cola no seu site, ‘Aquarius marca uma nova era no segmento de bebidas e quebra o paradigma de que água é uma bebida sem graça ou que não tem gosto de nada.”.

Ué, já que não tem gosto de nada, taca aí uma essência qualquer e pronto, devem ter pensado. E aí surgem Aquarius sabor limão e laranja, que se chamam – ADIVINHE!!! Aquarius Lemon e Aquarius Orange. Em inglês, claro.

E foi justamente nas essências que a empresa matou o produto. Já tomaram Nestea, da mesma empresa? A essência é horrível, não tem gosto de limão e nem de laranja. Ambas deixam um azedume medonho na boca.
Aliás, é a mesma essência de limão que usam na Coca Light Lemon (que também é medonha). Porra, alguém vai lá e avisa a Coca que a essência deles é uma merda!! Comecei a tomar Pepsi Twist por causa disso!!

Nem gelada dá pra tomar. Ainda prefiro a boa e velha água sem graça e sem gosto.

Oral B – Pulsar

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Escova de dentes que vibra!!  Se fosse mais grossa, muito “descolado” ia querer comprar!!

Oral B Pulsar. É esse o nome da bizarrice. 
É uma escova de dentes que vibra. Bom, é essa a descrição oficial, pelo menos.  Segundo o fabricante, é “clinicamente comprovado que remove mais placa do que qualquer outra escova”.

E lá fui eu testar a criança. É uma escova boa, resistente, com um interruptor no meio do cabo para ligar e desligar o efeito vibratório. Para quem perguntou de onde vem a eletricidade, acertou quem disse ‘pilha’. Ela vem com uma bateria AAA Duracell no seu interior, que garante (segundo a Oral B) autonomia para 2 escovações de 2 minutos diários, durante 3 meses. Ou seja, 360 minutos – 6 horas.

Diabos, não são eles mesmos que recomendam um mínimo de 3 escovações diárias? Pra quê embasar a durabilidade da bateria com duas escovações???
Enfim, só postei essa resenha agora porque foi agora que a bateria acabou. Durou exatamente 36 dias (escovando 3x por dia). E vale lembrar que dá até agonia nos minutos finais: ela treme devagar, pára, treme de novo, pára outra vez.
A embalagem ainda ensina que, para os ecológicos de plantão, basta torcer o corpo da escova para soltar a bateria interna e jogá-la em lixo especial. Mas tentei fazer o indicado e não consegui quebrar a desgrama. Tive que apelar pra marretada. Pelo menos a bateria era Duracell mesmo. :)

Concluindo: a escova é boa mesmo. Anatômica, limpa bem, e o efeito vibratório é interessante, embora eu duvide que ajuda na limpeza. E o que vai ter de nego “alternativo” adoraaaaaaaaaaando este curioso item profilático, vou te contar.   

R$ 17,70 nas melhores e piores drogarias e supermercados. Claro que o preço pode variar – se quer pesquisar, vá ao Buscapé, e não ao Sobrenada.

Site do Produto / Fabricante: www.oralb.com/br/produtos/manuais/adulto/pulsar.htm

O que estou ouvindo em: 15/07/07

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Lionrock – Are you willing to testify?
Bloodhound Gang – Lift your head up high (and blow your brains out)
Mad Caddies – Coyote

Disco novo dos Caddies: Keep if Going (logo será resenhado aqui)!

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