World Series of Poker 2008 – Battle for the Bracelets [PSP]

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World Series of Poker 2008 - Battle for the Bracelets   
Capa do negócio

Jogo de Pôquer que reproduz os famosos campeonatos da WSOP. Obviamente esta é a edição 2008.

Você monta seu personagem e, logo de cara, já tem diversas opções de jogo: o calendário da WSOP, que detém os jogos oficiais para a conquista dos braceletes, e os jogos avulsos, que são disputados fora do calendário e servem pra descolar uma graninha.

O seu personagem vai acumulando grana e pontos durante o "ano", com o objetivo de se tornar o "Player of the Year". A grana, obviamente, serve pra você poder entrar em mesas mais agressivas e torrar com mulheres nas salas de sexo virtual.
Tá bom, essa última parte é mentira, mas seria legal. Quem sabe no WSOP 2009.

Além do tradicional Texas Hold’em, você também tem à disposição os modos Razz, Seven Card Stud e Omaha. E o calendário oficial engloba todos eles; portanto, se não sabe as regras dos demais modos, é bom aprender.

Conforme vai jogando, você também vai liberando certas recompensas e recursos no jogo – que vão desde estatísticas e "ferramentas analíticas" a jogadores e mesas.
O jogo é meio lento nas respostas dos comandos – você aperta os botões e o seu avatar demooooooora pra apostar, fugir, etc. Dá pra botar a velocidade do jogo no máximo, mas aí ele simplesmente pula todas as animações dos personagens.

World Series of Power 2008 - Battle for the Bracelets Screenshot
Dez mil dólares bastam pra rapelar a manezada.

A interface não é a mais intuitiva do mundo, mas tem todas as informações necessárias. E quando a disputa vai pro All-In ou cara-a-cara, a tela muda imitando as trasmissões do WSOP na tevê.

WSOP 2008 é um bom jogo. Claro que um jogo de cartas não oferece muito em termos de jogabilidade, mas os recursos do game e a inteligência artificial são boas adições.

Para PSP.
Fabricante: Activision

Handbell Hero

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Já jogou Guitar Hero? Ou Frets on Fire (PC)?

Aproveitando a época natalina, taí uma variante pra você se divertir. Handbell Hero oferece 3 músicas natalinas pra você tocar, usando sinetas no lugar da guitarra. Conforme vai acertando, os malucos vão ficando felizes. Se começar a errar, vão te olhar com aquela cara de putos.
É lerdo e fácil, mas vale pela originalidade. Clique no título do post.

Se fosse eles, eu faria um simulador de xilofone: Nada que duas canetas e um teclado não resolvessem.

Handbell Hero
Não fiquem putos, só treino uma vez por ano.

Lost – Trailer Oficial 4ª Temporada

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[youtube]gVUs7yCv9Ow[/youtube]

Huahauhua! Parece que Locke vai ser O CARA nessa temporada…

31/01/2008, quinta-feira: Ninguém sai de casa esse dia!

O que estou ouvindo em: 18/12/2007

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  1. L7 – Riding with a movie star
  2. Butthole Surfers – Goofy’s concern
  3. Shivaree – Goodnight moon

Guitarras cruas e sujas. No caso de Shivaree, acho que é a única música legal deles.

Bricolage Office – Office Wars

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Eu passo 9 a 10 horas por dia dentro de um escritório. Às vezes mais. Nada mais natural do que fazer deste lugar maldito algo um pouco mais divertido. E confesso que fiquei feliz ao saber que existem pessoas tão dementes quanto eu, neste aspecto.

Office Bricolage é uma competição onde os participantes devem usar materiais de escritório para construir ARMAS que realmente funcionem. Bom, esse é o pré-requisito. Claro que tem muito mongo que, por falta de conhecimento ou inteligência, acaba enviando projetos completamente estúpidos.

Strapping Tape Bola
Strapping Bola Tape – Boleadeiras de Fita!

O lado bom é que existem verdadeiros GÊNIOS que conseguem, com parcos e inocentes materiais, criar um arco que pode realmente matar uma pessoa (veja o The Office Bow of Death). Ou usar uma tesoura para criar uma arma medieval.

O cara avaliou as armas de acordo com vários critérios: originalidade, capacidade destrutiva, estética, entre outros. Confira as obras primas nos links das diversas edições do BRICOLAGE OFFICE.

LG 26LC7R

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Me rendi.

Sabe quando você vai meter um prego na parede, e repara que ela tá meio suja? E em vez de limpar, resolve logo pintar tudo?
E em vez de pintar, resolve logo fazer uma textura? E se é pra fazer a textura, vamos logo arrumar os rodapés. E os espelhos das tomadas e interruptores.

Pois é, meus amigos. Foi assim que resolvi trocar de TV.
Tava aqui com uma daquelas LG tela plana (tubão) de 21 polegares que, embora em excelente estado, ocupava um espaço fodido na mesa. E só servia pra encher o saco, já que eu MUITO RARAMENTE vejo TV. É jogo de futebol e olhe lá.
Como vou mudar prum apê muito em breve, só invisto meu numerário em itens que compraria pra casa nova. E uma TV LCD me economizará um espação, além de servir de monitor gigante pra eu ver meus filmes do PC.

Dei uma pesquisada e vi que os preços das LCD de 26" caíram bastante. E vi essa 26LC7R com um precinho bão. Analisei as specs, as medidas… e pronto. Capitalismo Desenfreado 1×0.

Bancada e prateleiras novas montadas, instalei a criança. É bonita, toda na cor preta brilhante. O acabamento é muito bom, e vem muito bem embalada e protegida. Os acessórios até vêm dentro de uma caixa, arrumadinhos. Puta diferença.
Os falantes são regulares, têm um som limpo, mas nada mais do que isso. Ficam na parte de baixo da tela – tem quem goste, tem quem odeie. Eu acho interessante, porque a largura dessas TVs wide são, geralmente, o maior problema (sem trocadilhos) de quem precisa de espaço. Mas vai de cada um.
Os acessórios são os mesmos da linha LG: o controle remoto é grandão, mas funcional. Igualzinho o controle do modelo 32LC3R (que meu pai comprou há uns meses e logo resenharei).

 LG 26LC7R
Larga, preta, brilhante, leve.

Quanto às imagens: muito boas. A resolução de 1366×768, aliada ao tamanho reduzido (em comparação com as ‘padrões’ 42") fazem as imagens ficarem nítidas e brilhantes.
O contraste é de 2000:1, garantindo uma PRETICE PROFUNDA (gostaram?). Mas notei algo: Se olhar a imagem de baixo pra cima, perde um pouco a definição do preto. Digamos: se você pendurar a TV na parede a 1,5m de altura do chão, e resolver assistir TV deitado no chão, não vai ver uma imagem muito legal. Ou seja, não recomendo instalá-la em um local baixo. Lateralmente não há problemas.

Que mais? Bom, claro que é Progressive Scan. E tem aquela viadagem da LG, o tal do XD Engine. Todo mundo aqui percebeu que XD é aquele emoticon que parece um boneco rachando o bico? É proposital, sim, antes que alguém pergunte. Coreanos são foda. Mas enfim: dá até pra fazer uma comparação do tal XD ligado e desligado (metade da tela pra cada). Parece que melhora… mas pra mim é enganação pura: eles devem mexer um pouco no contraste e brilho pros manés verem na loja e falarem: -OOOOHHH, QUE DO CARALHO!!! É MUUUUITO MELHOOOOOR!!!!
Taqueupariu.

 26LC7R - Vista lateral  
 E fininha.  

Bom: o tempo de resposta da tela é de 8ms. Nenhuma maravia. É o mínimo aceitável. Dá pra notar, sim, um pouco de ghost nas cenas mais rápidas. Mas nada que atrapalhe muito – leigos nem percebem. E se você leu até aqui e não sabe o que é ‘ms’ e ‘ghost’, com certeza nem vai ligar.

Conexões: Essa coisinha possui: 2 conexões HDMI, 2 conexões RCA in, 1 conexão RCA out, S-video, Coaxial in, 2 vídeo componente in, 1 RGB in, 1 áudio PC in, e uma áudio variável out. Ufa. É coisa pra cacete: Liguei nela o Playstation 2 componente, o DVD componente, o receptor da net na entrada RCA, e o notebook via RGB+audio PC. E é compatível com HDTV. Cabe tanto cabo atrás dessa belezura que Cicciolina ficaria com inveja.

Preço: 1799,00 na Fast Shop. Pela internet é 1699,00. Chorei, chorei e o cara fez o mesmo preço do site. Vá lá e negocie.

El Mariachi

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El Mariachi  
 Capa do DVD desta obra  

El Mariachi é o primeiro filme comercial de Robert Rodriguez, em 1992, e que faz parte da ‘Trilogia Mariachi’.

Conta a história de um mariachi que quer seguir os passos do pai e do avô, tornando-se um exímio violonista.
Em busca de trabalho, chega à uma pequena cidade do México, pulando de bar em bar oferecendo seus serviços – e começa a se desapontar ao ver que será mais difícil do que parece.

Paralelamente, um assassino profissional chamado Azul se vê numa emboscada armada pelo seu antigo comparsa, Moco (belos nomes, inclusive), mas consegue escapar. Irritado pela trairagem e também por ter tomado um calote de Moco, Azul reúne um belo arsenal e bota tudo dentro de um case de violão, pulando de bar em bar procurando os comparsas do desafeto.

Já percebeu o que acontece, né? Alertados, os capangas de Moco saem à procura de um cara que se veste de preto e carrega sempre um case de violão. CLARO que confundem o mariachi com Azul, e o artista se vê, de repente, no meio de perseguições e tiroteios. Nesse meio tempo, o mariachi arruma emprego temporário no bar de uma garota BARANGUENTA chamada Domino. O que ele não sabe é que Domino é meio que namorada e antigo caso do Moco. Além de ser FEIA PRA CARÁLEO.

O filme vai se desenrolando nessa meada, sempre intercalando muita ação com cenas piegas. O afeto do mariachi pela FEOSA Domino vai aumentando na mesma intensidade que ele vai se metendo em encrencas. Claro que o mariachi e Azul acabam se encontrando, e você presenciará cenas que vão do totalmente clichê ao surpreendente.

Já comentei que Domino é HORRENDA?

Enfim: El Mariachi é um filme comum, com suas qualidades e defeitos. Por se tratar de um filme feito com orçamento minúsculo, tem que se tirar o chapéu. Como disse, foram 7 mil dólares de orçamento. Ironia é saber que a Columbia Pictures gastou mais de 1 milhão de dólares para editar e promover o filme.

  Salma Hayek e Consuelo Gomes
   Igual, igual. Um viva aos altos orçamentos.

Rodriguez fez uma "continuação" para este filme – Desperado (porcamente trazido pro Patropi como ‘A Balada do Pistoleiro’). "Continuação" entre aspas porque Desperado é uma mescla de remake com seqüência. E claro que agora o orçamento foi maior, contando com atores como Antonio Banderas, Steve Buscemi e Salma Hayek.

Salma Hayek x Consuelo Gomez (Domino). Que maravilhas o dinheiro não faz. 

Atualizações no Sobrenada

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Fiz pequenas atualizações e alterações no site. Random Quotes agora no cabeçalho, otimizada nos links laterais e links dos posts: ficou mais fácil acessar o link permanente dos posts (no final de cada artigo) e as categorias onde estão arquivados.

Nome do autor e data do post agora abaixo do título.

Clicar no título dos posts, quase sempre, levam ao site referência, fabricante, fonte, download ou algo relevante do gênero.

E pra quem ainda não sabe, assine o RSS ali embaixo pra ser avisado sempre que o Sobrenada receber uma resenha ou post novo (são os chamados Feeds, seu fariseu).

Agora vou dormir que também sou filho do tio lá de cima.

Natura Ultraplant

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Natura UltraplantUm dos posts mais gays do Sobrenada. Mas se a proposta é resenhar tudo o que aparece na frente, vamulá:

Xampu (shampoo é o caralho) da Natura que, dizem, elimina os resíduos. Seja lá o que ‘resíduos’ signifiquem.
Quando eu era criança (e faz tempo isso), xampu bom era aquele que deixava os cabelos ‘cantando’ depois da lavagem. Aquele xampu Johnson ardia o olho que era uma beleza, mas cumpria com a obrigação.

Então, se ‘resíduos’ significa ‘sujeira’, então esse aí faz o mesmo, e muito bem. Inclusive causar ardência nos olhos.

Voltando: pra mim, que uso gel nos cabelos, é uma mão na roda. Consta na embalagem que é de hortelã com gengibre. Eu, particularmente, não senti cheiro de gengibre.
Ainda bem, né? Já pensou sair por aí com a cabeça cheirando a "acompanhamento de sushi"?
O aroma de hortelã é o que predomina, e ainda ajuda a dar a impressão de cabelo limpo. Heh.

E o site da Natura tem uma inscrição engraçada, no Modo de Usar do produto: "Aplique uma vez por semana ou sempre que sentir necessidade nos cabelos molhados.

Uma vez por semana? Não posso usar todo dia? Porra, que putice.

Deve ser por causa do gengibre.

R$ 11,30, no site da Natura. Ou um refil enganador por R$ 9,30.

Sympathy for Mr. Vengeance

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Sympathy for Mr. Vengeance é o filme que inicia a Trilogia da Vingança, de Chanwook Park.
Assim como os seus sucessores, é o tipo de filme 8 ou 80: tem quem ame, tem quem odeie. Sangue, violência e bizarrices em doses maciças.
Claro, muito filmeco de Hollywood também tem isso. Mas a forma como o tio Park expõe estes elementos é que faz toda a diferença do mundo.

Sympathy for Mr. Vengeance - Poster   
Salve, simpatia.  

SFMV inicia contando a história de Ryu, um artista surdo-mudo que perde seu emprego como operário e, conseqüentemente, a forma de sustentar a irmã convalescente. Ela precisa desesperadamente de um transplante de rim e Ryu não possui o tipo de sangue compatível.
Desesperado, resolve entrar em contato com o submundo e decide comprar um rim no mercado negro. O problema é que DÁ MERDA e ele se FODE esplendidamente.

A situação começa a ficar cada vez pior. Uma amiga de Ryu, esquerdista radical, o convence a seqüestrar a filha de seu ex-patrão, de forma a conseguir a grana e, claro, SE VINGAR pela demissão.
Algo inusitado acontece e eles acabam mudando os planos de última hora, seqüestrando outra criança – Yu-soon, filho do presidente da companhia. Enquanto cuidam das negociações, a irmã doente de Ryu toma conta da criança, sem saber sobre o seqüestro.
A partir daí, um outro personagem importante entra em cena: Dong-jin, o pai da criança.

Por causa de uma sucessão bizarra de acontecimentos, reviravoltas e tragédias, o filme muda o foco para este novo personagem. E, claro, VINGANÇA.
As cenas vão se alternando – ora figurando Ryu, ora Dong-jin. E você vai descobrindo que a trajetória dos dois vai, inevitavelmente, colidir no final. E vai dar merda.

Não vou SPOILEAR o resto do filme: já consegui até omitir várias coisas que acontecem até este ponto.

É impressionante – até pelo fato de SFMV ser o primeiro da ‘série’ – como o tema vingança é recorrente neste filme. Em ‘OldBoy‘ e ‘Lady Vengeance‘, a vingança é tema principal – mas o motivo é praticamente um só. Em SFMV, praticamente tudo e todos são motivados por ela.

Outra coisa são os recursos usados por Park. Exemplo: nas cenas onde Ryu é o protagonista, o diretor usa o recurso de colocar o espectador em primeira pessoa; suprime o áudio e usa, muitas vezes, legendas iguais àquelas usadas nos antigos filmes mudos. A surdez de Ryu chega a dar desespero: cenas onde o INFERNO parece acontecer atrás dele, sem que perceba.

   Sympathy for Mr. Vengeance - Dong-jin
  E agora, safado?

Park também salpica as costumeiras doses de humor negro e seqüências estapafúrdias. E seus personagens secundários são um show à parte, com destaque para a família traficante de órgãos e o deficiente que vira e mexe aparece no lago onde parte da trama se desenvolve.

Resumindo: SFMV é um filme que mostra a vingança sobre vários pontos de vista e personagens. E mostra que é tênue a linha que separa o bem do mal – a situação é que faz a pessoa.
O final é surpreendente e digno de ser aguardado, como todo filme do Park. Mas claro que Old Boy é melhor.

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