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Crisis Core é mais um jogo baseado na franquia Final Fantasy – mais especificamente em Final Fantasy VII.
Diferentemente do seu antecessor, FFCC conta a história de Zack Fair, colega de Cloud Strife, protagonista do FFVII original.
Sua história acontece antes das desventuras de Cloud e equipe, servindo de introdução para o maior RPG que o PSOne já teve e, de quebra, explica algum dos seus mistérios.
Eu nem vou falar muito da história aqui porque comecei a jogar agora. Basicamente, FFCC é um RPG com mais ação que os outros jogos da franquia. O sistema de combate lembra muito Parasite Eve, outro RPG da Square. Você controla Zack em ambientes 3d, e quando o gerador de combates apita, inimigos aparecem e você parte pra porrada com total controle sobre seu personagem. Escolhe ataques físicos, magias ou itens (via botão L e R) baseadas nas Materias – as famosas bolinhas coloridas de FFVII.
Inventaram, ainda, um sistema esquisito chamado DMW – Digital Mental Wave. É uma espécie de slot machine que determina várias coisas na batalha: aumento de nível do personagem, Limit Breaks (lembram?), summons… é bem complicado no começo e difícil de entender, mas com o tempo você vai pegando a manha.
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| Zack vs. Behemoth: uma das primeiras tretas do jogo |
Ainda falando de combates, foi introduzido um recurso interessante: as missões. Não são obrigatórias para se terminar o jogo, mas adicionam bastante em termos de diversão. Elas basicamente servem pra contar um pouco mais do mundo de FFVII, fazer você conseguir itens e Materias raras, além, é claro, de ajudar bastante na evolução do personagem. Algumas são bastante repetitivas; outras, chatas demais. Mas, no geral, são ótimas pra aquela jogadinha rápida no banheiro ou nos comerciais da TV.
A ambientação, diálogos e cenários lembram bastante o jogo original. Lugares com Corel Mines, Shinra Headquarters e Wutai são alguns dos locais por onde a história se desenrola. E os gráficos do jogo são bastante impressionantes: às vezes você acha que está vendo uma CG, mas são os polígonos da própria cena de jogo! Os personagens são muito bem animados, as feições dos rostos reproduzem sentimentos com impressionante fidelidade, e os efeitos levam a capacidade do portátil ao limite.
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Cloud fazendo participação especial e falando em japonês
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O game também traz um sisteminha de emails – legal pra quem quer se aprofundar na história – e, claro, várias participações especiais e aparições dos personagens de FFVII. Embora seja legal ver algumas caras conhecidas, muitas delas parecem estar lá apenas pra chamar a atenção dos fãs retardados.
Vale jogar. Um dos melhores títulos para o PSP.
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