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| É feia e esquisita. Mas resolve. |
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Desisti.
Estou, desde outubro do ano passado, procurando por uma boa cafeteira espresso que ficasse na média dos 1000 dinheiros. E, pra falar a verdade, não achei.
Ou partia pra uma dessas Saeco ou Krups top de linha (média de 2500 mangos) ou comprava essas baratinhas de 400 reais. Incrível como não tem modelos intermediários – tanto em recursos como em custo. Quer dizer, até achei aquela Retro por 1200 mangos, mas o único diferencial era o design. Não compensa. E as Nespresso são ridículas – cada cápsula custa uns 3 contos.
Aí resolvi testar essa Delonghi EC200. Custa 599,00 reais na maioria dos sites, mas fui pessoalmente na Fast Shop e negociei por 515,00 à vista.
Negócio é o seguinte: é uma boa cafeteira espresso, mas não sai do basicão.
O design é um tanto esquisito: não é moderno, nem retrô, nem futurista. Parece uma cafeteira feita de Lego (haja prástico) e com influências de H. R. Giger. Em compensação, é relativamente compacta e cabe em qualquer canto de cozinha.
Os recursos, como disse, são básicos: faz café e solta vapor. Não mói grão, não armazena grão, a capacidade d’água é de 1 litro e não é lá muito veloz – leva cerca de 40 segundos pra fazer um café duplo. Em compensação, o café sai na temperatura adequada e o vapor funciona bem.
Vem com 2 filtros – um para 2 cafés e outro para 1 café – que também serve pra sachês, o que a torna bastante prática. Alinhais, recomendo mesmo que se use sachê. Se usar pó, você será obrigado a usar uma travinha no porta-filtro pra poder bater o pó no lixo. A merda é que esta TRAVINHA não prende automaticamente, e você tem que segurá-la fazendo pressão com o dedão. E não é a coisa mais ergonômica do mundo, crianças.
O manual vem em português de portugal (limpe a duche da caldeira, miúdo!) e em engrish. E só. Básico, seu.
Resumindo: até agora, tá saindo melhor do que a encomenda – achei que fosse mais vagabunda, mas estou satisfeito. Vamos ver quanto tempo vai durar.
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