Arquivos para: Dezembro 2009
Link: http://twidroid.com/
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Twidroid é um client compreto pra (adivinhe) Twitter, voltado para o (adivinhe) Android. Permite envio das famosas mensagens de (até) 140 caracteres, fotos e replys, entre outros recursos.
Também dá pra usar o GPS do seu aparelho (caso disponível) pra postar onde você está. Eu não gostaria que todo mundo soubesse por onde eu ando, mas tudo bem. Sempre tem alguém que precisa desses recursos.
A busca, que pra mim é o que realmente presta nesse Twitter, também está disponível e é bem funcional. E o Twidroid também permite notificações em background, o que é bom pros twiciados de plantão.
A versão simples é grátis no Android Market. A versão Pro (paga, US$ 4,89) tem umas frescuras como contas múltiplas, widgets pro desktop, suporte nativo pro bit.ly e outras viadagenzinhas que não compensam.
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Tá começando a ficar bizarro esse negócio.
É laranja com gengibre, chá branco com lichia, chá verde com soja... e agora com ROMÃ.
O sabor é beeeeeem sem graça. Na verdade, tá mais pra um aftertaste: só fica o gostinho de romã depois de engolir. E, pra ser sincero, nem tem assim AQUEEEELE gosto de romã. Se me pedissem pra adivinhar qual o sabor, provavelmente romã seria o meu 452342ª palpite.
Não é horripilante, mas tá bem longe de ser bom.
Talvez seja uma boa nesse final de ano, quando as pessoas guardam sementes de romã na carteira: agora basta guardar 7 anéis de latinha.
Leia também:
Feel Good - Chá de Inverno
Feel Good - Laranja com Gengibre
Feel Good - Chá Branco com Lichia
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Autêntico filme pipoca - recheado de efeitos especiais, clichês, momentos piegas e ufanismo - não só estadunidense, mas "homosapiense" também.
Não que 2012 seja ruim. Pelo contrário, até é um bom filme. Mas não se leva a sério em nenhum momento.
A história basicamente pode ser resumida em uma grande catástrofe. As placas tectônicas da Terra se desestabilizam e causam caos no mundo da superfície - basicamente isso. E não se iluda com o '2012' do título: embora faça menção à previsão Maia de que o mundo acabará em 2012, a coisa para por aí. Não explicam a profecia, não explicam os Maias, não explicam direito o que é que desencadeou a hecatombe. Nada. O filme inclusive poderia se passar em 2001, em 2005, em 2015, que daria na mesma.
O que importa em 2012 mesmo é ver como os personagens da trama se comportam durante a fuga desesperada para um lugar seguro.
Aliás, são tantos personagens que fica até difícil comentar. Talvez por isso eles sejam tão clichés - pra não precisar gastar tempo desenvolvendo os mesmos:
Temos o "herói" do filme, um cara com 2 filhos e separado da mulher (Guerra dos Mundos, alguém?). Temos a ex-esposa que ainda gosta do marido. Temos o cientista bonzinho e de moral impecável. Também temos o presidente dos EUA, que é quase um Deus na Terra. E a gostosa de plantão. E o mau caráter. E o bandido que é bonzinho. Porra, tem até o traidor. Destaque mesmo vai pro Woody Harrelson, que faz um radialista desvairado.
Os efeitos são sensacionais e muito bem feitos. As cenas de destruição hipnotizam pela beleza e ao mesmo tempo pelo terror - é divertido ver uma situação quase impossível acontecer com tanta verossimilhança bem na frente dos seus olhos.
Enfim: A história não vai ser nenhuma novidade pra quem já viu "Impacto Profundo", "Independence Day", "O Dia Depois de Amanhã" e afins. Vá mesmo pelos efeitos.
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Faz mais ou menos um ano que tou tentando trocar de celular. Meu velho N95 8GB já estava me irritando, mas nenhuma outra alternativa melhor aparecia no mercado. Iphone? Brinquei com um durante um tempo. Não gostei de diversas coisas, apesar de ter gostado de outras.
Nokias? Fora de cogitação porque odeio Symbian. Palms? Não, obrigado.
Também testei o HTC TytnII, e fiquei impressionado. Mas também não era o que eu queria.
E finalmente comecei a reparar mais nas notícias sobre o Motorola Droid. O fato de ser da Motorola, marca que abominava, era o principal contra. Mas o fato de rodar Android me interessava bastante. Até começarem a aparecer os primeiros reviews - todos idolatrando o aparelho.
Por isso, não vou fazer uma resenha tradicional. Vou apenas comentar os principais prós e contras:
PRÓS:
- Android 2.0: Embora o sistema do Google ainda tenha margem pra muita melhoria, é algo impressionante. Evoluiu muito desde a versão 1.0, abandonando aquela cara meio "cartoon" e ganhando uma boa dose de capricho estético. O sistema baseado em Linux também agregou diversos recursos e melhorias - principalmente em estabilidade e compatibilidade.
- Tela: 3,7 polegadas de puro deleite. A resolução de 854x480 pixels é tão boa que é praticamente impossível enxergar um pixel na tela. Tudo é perfeitamente redondinho, detalhado. O texto, por menor que seja, é de uma nitidez impressionante. A qualidade das cores e a iluminação também são muito além da média. Só para efeito de comparação, a resolução do iPhone é de 480x320 pixels. Ah, e a tela do Milestone ainda é capacitiva e multitouch - uma das poucas coisas que admirava num iPhone.
- Google: É quase impossível usar um fone Android sem ter um Google Account. E para quem já é usuário dos seus serviços, nunca foi tão fácil ter tudo configurado e reunido num só lugar. Já na primeira vez que você liga o aparelho, o sistema pede seu login e senha - ou criar uma, caso ainda não tenha (cara, em que mundo você vive?). A partir daí, seu Gmail e demais serviços Google servem de base para seus contatos, contas de email, agenda, calendário, pesquisas, YouTube e demais recursos. É excelente pra quem já usa, como eu disse. E pra quem ainda é virgem de Google, é uma boa chance pra começar a usar.
- Processamento: O sistema como um todo me parece extremamente rápido e responsivo. Não sei se é porque eu acabei de sair de um Symbian, mas achei rapidíssimo. Mais do que o iPhone. O processador do bichinho ajuda - 550MHz via Arm Cortex A8. Também é ele um dos responsáveis pela excelente multitarefa (chupa, Apple) do Milestone. Dá pra trabalhar com VÁRIOS aplicativos ao mesmo tempo, sem deixar o sistema lento ou lotar a RAM (chupa, Nokia). E como o Android é fortemente baseado no Linux, a multitarefa consegue deixar os aplicativos em stand-by com ZERO de processamento - isso significa sistema sempre rápido e sem dreno absurdo de bateria.
- Ligações: Ótimo. A qualidade do som, recepção e chamadas é excelente. O Android 2.0 também gerencia bem o sistema e faz um ótimo trabalho na vinculação dos recursos. Exemplo: clique sobre um contato do Facebook e ele lhe dará a chance de fazer uma ligação telefônica.Ou seja, você não depende só da interface "Discagem" para fazer uma ligação. Dá pra realizar chamadas de praticamente qualquer um dos recursos do fone - contatos, pesquisa, Facebook, etc.
- Tethering: Dá pra compartilhar a internet do seu Milestone com o PC, embora isso não venha nativamente explícito no aparelho (pelo menos não achei aqui). No entanto, por meio de programas como PDANet (gratuito na Android Store) você consegue tethering com apenas um clique. E não precisará nunca mais carregar um modem 3G à parte.
- EDIT: Adicionado em 14/01/10: O Milestone possui o FANTÁSTICO Gorilla Glass. Que porra é essa, perguntaria você.
O Gorilla Glass é um vidro quimicamente reforçado contra quebras e riscos. O resultado? Nada de películas na tela. Pode meter o celular no bolso junto com as chaves, ou na bolsa da mulherada. A tela ficará intacta. Veja mais detalhes sobre o Gorilla Glass AQUI.
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NA MÉDIA:
- Câmera: A qualidade das fotos é boa. Acima da média até. O problema da câmera do Milestone é, acredito, coisa de software. O autofoco tem um bug chato - demora pra focar, e constantemente é perdido. O Google já anunciou um fix para esse problema.
A interface da câmera é outro perrengue. É pobre demais, com parcos recursos. Embora o N95 8GB também deixasse a desejar, tinha muito mais recursos do que o Milestone.
O "flash" (na verdade, dual led) é aquela coisa padrão de celular. Limitado, quebra um galho.
Como filmadora, o Milestone se sai um POUQUINHO melhor. A resolução de DVD (720x480) é bem interessante, mas 24FPS é ridículo. Muito celular meia-boca do mercado já consegue filmar a 30FPS. Mas pra gravar coisas como "Pedro, devolve meu chip" tá ótimo.
- Composição e Design: O acabamento do produto é muito bom. O slider não tem folgas (chupa, Nokia II), a tela me parece (PARECE) bem resistente a riscos e os materiais usados são de ótima qualidade. Algumas partes têm aquela textura emborrachada que sempre agrada. Os botões também não possuem folga e são bastante responsivos.
O design é do tipo "ame-o ou odeie-o". Quadradão, pesado, fino. Tem poucos botões externos (volume, câmera e power apenas) e possui alguns detalhes em dourado - mas nada muito 'kitsch'.
O teclado QWERTY parece flat, mas tem uma quase imperceptível elevação no centro de cada tecla. E que faz muita diferença na hora de digitar (embora pudesse ser muito melhor).
Há ainda uma inútil tecla direcional do lado DIREITO do teclado. Duvido que alguém sentiria falta se ela fosse removida. Nem pra jogar games presta, porque fica do lado direito (ao contrário dos gamepads padrão). Deveriam ter limado essa joça e aumentado o teclado físico. Mas enfim.
- Multimídia: A qualidade do som é muito boa, devendo agradar os audiófilos de plantão. O fone que vem junto é meio mequetrefe, mas já vi piores - o que veio no meu note HP é horroroso, e o do iPhone é hediondo. Nesse ponto, acho que a Sony supera todos os demais (w800i).
O player original também é tosco. Procure pelo TuneWiki ou pelo Meridian no Android Market - são muito melhores.
Vídeo roda legal, mas não consegui fazer rodar .AVI e DIVX direto no player. Ainda tou testando alternativas.
- GPS: A princípio, parece ter ótima recepção. Roda muito bem no Google Maps pré-instalado. O Google Maps Navigation (sistema gratuito do Google para navegação) ainda não está disponível no Patropi, mas promete. Em vez disso, o Milestone vem com o Motorola Motonav - BEM meia-boca. Você ganha 60 dias para avaliar, mas vai por mim: é uma merda. Resta aguardar o lançamento do Google Maps Navigation, ou ainda outro soft de terceiros.
CONTRAS:
- OFICIALMENTE, só dá pra instalar aplicativos na memória interna do Milestone. São 512MB de memória, mas apenas metade para apps. O SD Card serve, hoje, apenas para mp3, filmes, arquivos pessoais, etc. Google disse que está revendo isso e poderá mostrar surpresas nas próximas atualizações. Aposto que alguém traz uma alternativa antes disso. Até é possível instalar apps no SD hoje, mas é hacking - o que pode ter sérias consequências na sua garantia.
- Rádio FM: Não tem. O que existe é um monte de software pra você usar LastFM, ou ainda o Google Voices que permite podcasts e outras transmissões online. Ou ainda ouvir rádio via internet. Mas Rádio FM mesmo, MESMO, não tem.
- Bateria: Historicamente, um dos maiores calcanhares de Aquiles da Motorola (entre outros). E no Milestone não é diferente - embora não seja o fim do mundo.
Veja bem: Um celular que tem a maior tela do mercado, que usa 3G, GPS, Wifi, que tem um processador de 550MHz. E ainda faz ligação.
A bateria não dura mesmo. Aqui pra mim dura umas 9 horas em uso PESADO - multimídia, internet, tudo ao mesmo tempo. Pra uso "normal", dura bem o dia todo tranquilamente - mas tem que carregar todo dia.
Felizmente o celular carrega via cabo USB, o que permite que você o mantenha plugado no PC carregando. Mas já providencie um cabo extra pra levar pra lá e pra cá.
- Suite / Tunes / Queseja: Um pecado mortal. Diferentemente das demais concorrentes, o Google não disponibilizou ainda um Suite oficial do Android para Desktops. A Apple usa o iTunes. A Nokia usa o Ovi/PC Suite. E no caso do Android, só dá pra colocar conteúdo no celular via SD Card mesmo, como disco removível. Nada de sync de músicas, vídeos, fotos, backups, nada.
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| Dock Multimídia. Um agrado aos consumidores brasileiros. |
RESUMO DA ÓPERA
Não é à toa que o Milestone foi eleito o Gadget do Ano pela Time. É um aparelho pra brigar com força total com iPhone - e superá-lo sem surpresas, dependendo do perfil do usuário.
É um celular que tem na internet o seu grande trunfo - então não faz o menor sentido usá-lo em 2G ou planos sem dados (ou pré-pagos). Ao adquiri-lo, tenha em mente que será fundamental a contratação de um bom plano de dados. Se achar caro, ou for inviável pra você, melhor escolher outro celular.
Adquiri o Milestone via Vivo (a primeira operadora que trouxe o aparelho) pelo custo de R$ 499,00 e pacote Vivo 200 minutos + Internet Ilimitada.
É um custo razoável de cerca de R$ 250 reais por mês, que só vai compensar caso você realmente use bastante Internet - o que presumo que seja verdade, já que você se interessou pelo brinquedo e leu essa resenha até aqui.
O Milestone da Vivo ainda vem com um item interessante: o Dock de mesa, que lá fora é vendido como opcional (uns 40 dólares). Além de servir para carregar e sincronizar o Milestone, também ativa um modo exclusivo de relógio/despertador, mostrando também clima e tempo do seu local. Uma bela atitude da Motorola aqui no Brasil (que, diga-se de passagem, tava devendo).
Link: http://www.youtube.com/watch?v=z3W5aw-VKKA
É, eu sei que o título do post não é lá muito explicativo. Mas basta assistir a alguns minutos deste vídeo para entender o conceito do pêndulo duplo e o movimento caótico - ou a total aleatoriedade (!) dos movimentos que acontecem a partir do ponto inicial.
O treco fica se mexendo e estrebuchando feito doido, como se tivesse vontade própria. Um pêndulo acaba dando impulso ao outro, com uma ajudinha da gravidade, resultando em quase 10 minutos de movimento.
Tem gente que pagaria uma boa grana pra andar num desses no parque de diversões.
Fonte: O Dia, RJ
"A partir do próximo ano, os postos de saúde vão distribuir seis novos medicamentos fitoterápicos. Serão fármacos produzidos à base de alcachofra, aroeira, cáscara sagrada, garra do diabo, isoflavona da soja e unha de gato. Por enquanto, os remédios feitos com plantas medicinais, financiados pelo Sistema único de Saúde (SUS), são dois: de espinheira santa e guaco. A pedido do Ministério da Saúde, mais de 60 plantas também estão sendo estudadas."
Unha de Gato, Garra do Diabo... parece aquelas poções mágicas de bruxa. Faltaram as asas de morcego.



