Sensacional. Admiro a paciência desses caras.
Clique no vídeo e veja no YouTube em HD porque vale a pena.
[youtube]XduXCp91_IA[/youtube]
Sensacional. Admiro a paciência desses caras.
Clique no vídeo e veja no YouTube em HD porque vale a pena.
[youtube]XduXCp91_IA[/youtube]
Puta bagulho bizarro esse. Dá até má impressão ver essas pernocas tremelicando no prato. Mas dá várias idéias boas pra sacanear a galera… ou matar a mãe de susto. Pena que ela não gosta de carne de rã.
[youtube]2YZJt_Bw3eo[/youtube]
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A banda mais conosco-ninguém-fodosco de ska / skacore / rock, MAD CADDIES, lançou um novo álbum dia 20/07.
A má notícia: é uma coletânea.
A boa notícia: duas músicas inéditas.
Pra compor a coletânea, a banda botou pra votação todas as músicas de sua história. Isso mesmo: os fãs é que montaram o disco. Isso resultou um BOM álbum – mas eu, sinceramente, montaria diferente.
Em todo caso, a seleção final foi (minhas notas ao lado, de 1 a 5):
Enfim, uma boa seleção. O que faltou para ser ótimo? Digo já:
Em todo caso, procure pela discografia deles e dê uma auscultada nas recomendações aí de cima. Garanto que não vão se arrepender.
O jogador sub-19 do Real Betis (segunda divisão do futebol espanhol), Ezequiel Calvente, marcou um gol de pênalti nada convencional. Só dá pra perceber o que houve no replay mesmo.
GENIAL. E brasileiro aqui achando que cavadinha é o máximo da inovação nas penalidades.
[youtube]AgDUWn-u52A[/youtube]
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A Logitech tem vários modelos de controles remotos universais, que vão desde os mais simples (Harmony 300 de US$ 49,00) até os mais sofisticados (caso do Harmony 1100, de US$400,00).
No entanto, há uns 2 anos, lançaram um modelo intermediário que supre todas as necessidades do usuário comum, sem deixar de lado funcionalidades mais avançadas e o design caprichado. Com vocês, o Harmony One.
Por US$ 250,00, você leva praticamente o mesmo modelo e funcionalidades do Harmony 900 (top de linha junto com o 1100) – a única diferença é que o Harmony 900 opera por rádio-frequência e o One usa o bom e velho infravermelho.
Mas vamos a uma análise breve do controle. É um aparelho elegante, GRANDE, com um excelente acabamento. Possui no topo uma tela touch screen capacitiva, retroiluminada, que inclusive mostra tutoriais e menus de ajuda. É a interface que você provavelmente mais vai usar.
As demais teclas são meio padrão dos controles universais: teclado numérico, teclas de dvd, volume, canal, input, etc. Nada de novo. Tem função Learning, podendo aprender funções dos controles remotos originais. Mas é bem provável que você não precise.
Isso porque o banco de dados de aparelhos cadastrados é GIGANTINÓRMICO – mais de 225 mil marcas. E a grande vantagem é que este banco de dados fica na nuvem – ou seja, tá sempre atualizado.
O CD de instalação do treco guia você passo a passo, e programar seus aparelhos é ridiculamente fácil.
Também dá pra personalizar a arte (logotipos) dos canais que aparecem na telinha touchscreen, fica bem legal. E a telinha também emula os botões do seu controle original – no meu caso, em que o “input” da TV tem 3 HDMI, ele criou os botões virtuais (entre outros). E mesmo se você não ficar satisfeito com o setup que ele criou, você pode alterar as funções facilmente no PC.
O mais legal nesses Harmony, no entanto, é a mudança no paradigma: Você cria uma espécie de “macro” de acordo com a ATIVIDADE que vai fazer. Exemplo: Pra ver filmes no meu WDTV LIVE, eu normalmente:
- Ligo a TV
- Mudo a TV pra HDMI 3
- Ligo o Home Theater
- Boto o Home Theater em AUX
- Ligo o WDTV Live
Um saco – sem falar no número de controles necessários pra essa porra toda. E com o Harmony, programo tudo isso em apenas UM BOTÃO – e ele faz tudo sozinho. A única coisa que ele não faz é ligar o PS3 (que opera por Bluetooth), mas como normalmente ligo o videogame pelo próprio Gamepad, não me faz falta alguma.
Que mais: usa bateria recarregável e vem com uma base recarregadora bem style; possui entrada mini-USB pra programar no PC; a telinha LCD é colorida e nítida; permite programar até 15 aparelhos diferentes; as demais teclas são iluminadas para serem usadas no escuro; e qualquer pessoa na sua casa vai saber usar. O único empecilho para Noobs e idosos/crianças é a famosa MALDIÇÃO DO CABRAL: o idioma português é o da Terrinha (PT-PT), então acostume-se a explicar ao povo que Ecrã é tela, etc. Eu uso em engrish mesmo porque acho melhor.
Compra recomendadíssima. Se você não faz questão de rádio-frequência e nem tá a fim de pagar mais 150 dólares por isso, pode ir de Harmony One sem medo. MUITO, mas MUITO melhores que os controles universais da Philips. É outro nível.
After Burner é um dos maiores crássicos da Sega. Sucesso no fliper (joguei muito), era um jogo nota ZERO em simulação, mas 10 em diversão. Arcadezão total.
A iteração nova, After Burner Climax, foi lançada nos arcades em 2006 com uma nova cabine e gráficos belíssimos para a época. E em abril de 2010 chegou aos consoles de última geração (PS3 e X360). É exatamente a mesma jogabilidade (odeio esse neologismo) da versão anterior, mas com uma roupagem um pouco mais moderna.
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| O bom e velho After Burner. Clique para ampliar. |
O sistema de jogo é exatamente o mesmo. Derrube aviões inimigos com a metralhadora ou com os trocentos mísseis que o avião comporta e vá avançando pelos diferentes níveis até o final. A mecânica mistura um pouco de Out Run: em determinadas fases, você pode escolher entre rotas alternativas, levando a fases diferentes. Porém, quando comparamos ao mesmo Out Run, temos muito menos opções – embora algumas rotas se dividam, elas invariavelmente se juntam mais pra frente e só permitem 2 fases finais diferentes (Out Run tinha 5).
E o tal do CLIMAX do título? É apenas uma barra especial que se enche com o tempo. Ao usar esse poder, o jogo entra em câmera lenta, seu radar aumenta e você consegue disparar infinitos mísseis nos inimigos.
Os gráficos são aceitáveis, mas longe de serem maravilhosos (embora fossem em 2006). Algumas texturas são bem fraquinhas, e embora algumas fases impressionem (principalmente com nuvens), os efeitos de montanha e água são bem artificiais.
As versões de console têm extras interessantes: conforme você vai jogando e preenchendo certos requisitos, alguns cheats e tweaks são liberados: mísseis infinitos, velocidade maior, mira automática, etc. Tira um pouco da graça, mas ajuda muito a conquistar os troféus – são 12 ao todo, um mais fácil do que o outro.
Se recomendo? Pra quem gastou muitas fichas no fliper jogando o crássico After Burner, SIM. Já se você procura jogos realistas de simulação (estou falando com você, jogador de Combat Flight Simulator), melhor procurar outra coisa.
O que acontece ao juntarmos Ron Livingston (o Peter de “Como Enlouquecer Meu Chefe”) com um dos maiores memes da internet?
[youtube]tu0qtEwb9gE[/youtube]
Ps: Office Space (título original de “Como Enlouquecer Meu Chefe”) é um dos melhores filmes sobre o cruel dia a dia do mundo corporativo, IMHO. A cena de espancamento da impressora é épica.
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Pense num nome bom pra um jogo. E pra um protagonista.
Pense em um jogo que usa uma CUECA como logotipo (com direito a espada estampada).
Pense em Death Spank.
O próprio Ron Gilbert (de Monkey Island) define o game como uma mistura de Diablo com Monkey Island. E acreditem ou não, faz todo o sentido do mundo.
Death Spank (puta nome legal) é, a princípio, um RPG. Mate monstros, siga missões, acumule XP e ganhe grana pra comprar equipamentos. O divertido nisso tudo é que Death Spank é uma paródia. Uma paródia a si mesmo e aos RPGs em geral.
Você encarna um herói com o mesmo nome do título; um desses cavaleiros benfeitores cuja força é tão grande quanto própria ingenuidade. Como resultado disso, Death Spank vive se metendo em encrencas ao tentar ajudar as pessoas.
O jogo começa com Death Spank (porra, nome legal mesmo) procurando por um poderoso artefato, chamado… O Artefato. Só que sua natureza solícita não deixa passarem batidos os inúmeros pedidos de ajuda da população. E o ingênuo herói, em vez de buscar logo a porra dO Artefato, se enrola todo resolvendo pepinos da população preguiçosa e interesseira.
A mecânica do jogo é interessante: embora seja um RPG na sua essência, os combates lembram games como Brütal Legend – basicamente um beat’em up 3D. Os 4 face buttons servem pra dar porrada – ou seja, você pode equipar até 4 armas, e usar todas ao mesmo tempo na pancadaria.
Os gráficos são ótimos, coloridos, HD, com uma arte particular e única. E os diálogos são um caso à parte: funcionam no mesmo sistema dos adventures da Lucas Arts. Escolha uma entre diversas opções de frases e vá desenrolando a conversa, que quase sempre é nonsense e hilariante.
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| A Floresta Encantada. E unicórnios assassinos. |
Aliás, o humor é O ponto forte do jogo. Ron Gilbert sabe como ninguém explorar o recurso de diálogos Adventure, gerando inúmeras piadinhas e situações divertidas. Há uma cena, onde Death Spank resgata uma órfã mimada, que é simplesmente sensacional. Ri litros.
As vozes também são bem divertidas, embora o vozeirão canastrão de Death Spank canse com o tempo. As inúmeras (centenas) de missões paralelas (side quests) também são engraçadas, mas também cansam um pouco com o tempo. O game ainda permite combinar itens (como os adventures), mas o recurso é subaproveitado. E faltaram puzzles, na minha opinião – a imensa maioria das missões é resolvida na porrada mesmo.
É um ótimo jogo, mesmo assim. Se você gosta de Monkey Island, humor nonsense, Diablo e RPGs, não tem como não gostar de Death Spank.
US$ 14,99 na PSN – provavelmente o mesmo na Live.
http://www.deathspank.com/
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- Se liga só, gata: meu carro é um robô alienígena de verdade: TRANSFORME!
- TRANSFORME!
- Muito bom, seu babaca. Era a menina mais gostosa da escola. Por que você não se transformou?
- Fiquei de pau duro.
Ah, eu ri. E é sobre um Camaro. E é do Mike Jacobsen. Não tem como não ser legal.
Leia também:
- Bumblebee de verdade
- Mike Jacobsen
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| Bom japa na Vila Olímpia. |
O Noyoi é um dos poucos restaurantes japoneses que têm um bom atendimento, boa comida e preço justo. Fica até difícil compará-los aos demais rodízios da cidade (pois a maioria é ruim demais), mas eles sobressaem mesmo porque sempre foram acima da média. E é da mesma “rede” do Temaki Express (fica um na frente do outro), o que só pode denotar coisa boa.
O jantar funciona no modo rodízio tradicional – pague, peça e devore. A qualidade dos peixes e cortes é muito boa, e tem opções tanto para os puristas quanto para os invencionistas. E ambas agradam bastante, porque embora haja bizarrices como sushi misturado com flocos crocantes de arroz, elas são compatíveis e combinam. Diferente das abominações das outras casas, como sushi Romeu e Julieta ou salmão com banana.
No almoço, o sistema é de buffet. E embora a casa viva lotada, tem sushi pra todo mundo. Não há problemas como chegar na bancada e ver a travessa de sashimi vazia. Sempre estão repondo ou mantendo o buffet completo, o que é fenomenal.
Tem um segredo pra isso, claro. Ao contrário dos restaurantes concorrentes, que disponibilizam aqueles pegadores tipo pinça, o Noyoi usa hashis grandes pra galera se servir. Isso evita que os zoiúdos peguem metade do prato de sashimi de uma vez só ou pincem 10 sushis de uma vez. O preço do ingresso? 33 dinheiros, muito bem pagos. E eles também têm cartão fidelidade: coma 10, ganhe 1. Pergunte ao garçom.
Que mais? A variedade é bastante grande, como comentei. A parte dos pratos quentes também agrada bastante e é muito caprichada. Tem até uns teishokus (tipo de refeição completa, combo) caso você resolva partir pro A La Carte. E os temakis, pra honrar o nome da divisão Temaki Express, vêm com a alga bem crocante.
Na escassez de bons restaurantes japas, pode aparecer lá no Noyoi que eu recomendo.
Noyoi (Link Google Maps)
Rua Gomes de Carvalho, 1165 – Vila Olímpia, SP
(11) 3044-2643
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