Sorteio no Sobrenada! Ganhe um Cat End Towel Holder

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Cabide Rabo de Gato Cat End

Tá a fim de ganhar um autêntico, felino e bizarro Cat End Towel Holder – ou, em português bem claro, um Cabide Rabo de Gato?

Como agradecimento a vocês, caros leitores do Sobrenada.org, vamos sortear esse bisonho apetrecho.
Para concorrer, vocês DEVEM seguir os seguintes passos:

  1. Seguir o Sobrenada no Twitter
  2. Dar RT na frase: Tô concorrendo a um bizarro Cabide Rabo de Gato! Acesse http://migre.me/15Vcx , siga o @sobrenada e dê RT!
  3. O sorteio será feito pelo famigerado http://sorteie.me . Só entram no “engine” do site os usuários que seguirem o Sobrenada e TAMBÉM derem RT, portanto não vacile.
  4. Participarão do sorteio os usuários que seguirem o procedimento acima até o meio dia deste domingo, 22 de Agosto de 2010.
  5. Só vale para usuários do Twitter que residam no Brasil, ok? Se você é leitor do Sobrenada Blog e não tem Twitter ainda, vai logo lá fazer o seu cadastro e sigam-me os bons.

Divulgarei o vencedor no próprio dia 22/08/2010.

Obs: Nenhum gato foi molestado durante este sorteio. Ainda.

E.T., o Extreme-Terrestre

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ET, o Extreme-terrestre

Yes, I’m a Gamer

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I'm a Gamer

Quando eu era moleque, meus pais costumavam dizer que jogar videogame não me levaria a lugar algum. Era desperdício de tempo, dinheiro, e ainda ia me deixar cego algum dia. Em vez de ficar com a cara grudada na tela, deveria aprender algo de útil pro meu futuro profissional.

Eu confesso: eu extrapolava, sempre fui gamemaníaco doente. Lembro da época dos meus 10 anos, quando começava a jogar NES/MasterSystem depois do jantar e ficava até 1 da manhã. Meus pais me davam um puta esporro, mas não adiantava muito: eu ligava a TV, deixava o volume baixinho e continuava até as 4h. E acordava às 6h pra ir pra aula.

Minhas notas na escola eram uma merda. Também, pudera: eu sabia de cor a sequência correta de chefões de MegaMan 2, mas não os nomes das Capitanias Hereditárias. Conseguia finalizar The Immortal em 2 horas, mas não conseguia ficar 15 minutos lendo um capítulo de Geografia. Só me dava bem mesmo nas aulas de Português e Inglês.

Gostava especialmente dos RPGs, mas não entendia porra nenhuma do que aparecia na tela: Inn? Weapons? Blacksmith? Tudo no idioma bretão.
Roubei do meu pai o Michaelis e fiz um par perfeito com o Aurélio. Scimitar => Cimitarra => Espada longa de lâmina curva. -Ah, tá.
Lembro que aprendi a diferença entre PULL e PUSH jogando Maniac Mansion. E Open. Pick up. Look.
Assim, meu vocabulário e proficiência foram aumentando, assim como meu interesse pela língua inglesa (e pelos games, claro).

E aí chegamos onde eu queria.
Nunca fiz curso, escolinha ou algo parecido. Tive apenas aulas básicas no ensino fundamental.
E hoje, só falo inglês graças aos games.

Na empresa onde trabalho atualmente, sou um dos raríssimos que possuem fluência no idioma. E detalhe: é uma multinacional.
Alguns colegas já receberam um ultimato: têm um ano pra aprender, ou estão na roça. E a situação sempre foi a mesma em todas as empresas por onde passei.
Claro que alguns segmentos de mercado são mais ou menos afetados, mas conheço relativamente bastante gente nessa vida, e posso afirmar: menos de 10% dos meus colegas/amigos/conhecidos se viram bem no inglês. E menos de 5% falam fluentemente.

Não é de se estranhar. Escolas de inglês ministram aulas 1, 2 vezes por semana. Trancam o aluno numa sala e fazem uma espécie de lavagem cerebral apressada, enfiando comida goela abaixo na esperança que tudo aquilo seja mastigado, deglutido e absorvido. À força.

Eu, que aprendi inglês fluente jogando videogame, posso afirmar: o tempo dedicado aos jogos geralmente é muito maior. E divertido, variado, interessante. Jogadores “casuais” brincam pelo menos uma hora por dia. Porra, até o FARMVILLE anda ensinando muita coisa pro pessoal. Crop, harvest. Nomes de legumes, frutas e verduras.

E não é só isso: jogos desenvolvem a capacidade analítica, estratégica e o raciocínio de maneira geral. Possuem um grande potencial para o ensino e a educação – é um PUTA dum recurso audiovisual poderoso. E INTERATIVO, baseado no tripé tentativa – erro – recompensa.
Merece até um outro post só sobre isso, destrinchando propostas e conceitos que usem Games como ferramenta de educação e estudo.

Yes im a gamer
Tô estudando pra caralho, mãe.

Enfim: no MEU mundo ideal, os professores de inglês diriam aos alunos: – “Como lição de casa, quero que comentem a história de Final Fantasy 9 até o segundo CD”. Professores de História e Geografia nos pediriam para jogar “Where in the World is Carmen Sandiego?” ou “Medal of Honor”. As ‘provas em grupo’ seria praticamente Multiplayer.

E eu orgulhosamente penduraria meu diploma na parede, constando: “Sir Sobrenada, Silverhand MBA Paladin Lvl99.”

Poema de Amor Nerd

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Poema de amor nerd

Onde os Fracos não têm Vez

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Onde os fracos não têm vez

Sabe, eu curto muito os filmes dos Irmãos Coen. De verdade. “E aí, Meu Irmão, Cadê Você” é brilhante. “Matadores de Velhinha” também é sensacional, assim como “Fargo“.

Só que esse “Onde os Fracos não têm Vez“, sei lá. O final é que deixa um gosto esquisito na boca.

Assim: O filme corre de forma magnífica. Llewelyn Moss (o cara tem um nome que começa com 2 consoantes!) é um caçador que, numa de suas caçadas, encontra uma maleta cheia de grana em meio a defuntos – ou melhor, uma negociação de drogas que deu errado. Como não tinha ninguém vivo (ou quase) nos restos da contenda, ele pega a maleta e dá no pé.

O problema é que ele, por uma questão moral, volta ao local da treta e aí é identificado. Inicia-se aí uma perseguição entre Llewelyn e os donos da grana. Para caçar o caçador, surge Anton Chigurh, um assassino fodão que tem o cabelo do Beiçola.
Llewelyn, nesse meio tempo, manda a esposa pra longe e foge pra tudo quanto é lugar, sempre perseguido pelo Beiçola. O filme tem cenas espetaculares e cheias de suspense, principalmente quando os dois estão próximos e fugindo/perseguindo. Muito foda.
Também entra em cena o personagem do Tommy Lee Jones (esqueci o nome), um xerife moralmente bem intencionado que, embora esteja cansado da violência, resolve se meter no caso pra avisar a mulher do Llewelyn que estão jurados de morte.

Chigurh Beiçola
Beiçola.

O filme vai muito bem nesse jogo de gato e rato… os personagens vão sendo melhor explicados, embora a trama não mude muito. O legal é ver as cenas do Chigurh, um psicopata pavio curto. Ele usa um cilindro de ar comprimido pra matar as pessoas! Sensacional. E no meio do filme ele arruma uma doze com silenciador. Nem sabia que tinha silenciador pra essa porra.

Enfim: a história se desenrola até o final esquisito. A impressão é que acaba do nada. Você ainda nem acabou seu bife no prato e o garçom leva o prato. “Mas eu nem acabei de comer ainda, tou com fome”.

É mais ou menos essa a sensação. Assista. Vou ver de novo.

A Estrada (The Road)

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A Estrada - Poster

Filme apocalíptico-desastre de Cormac McCarthy (Onde os Fracos Não Têm Vez), onde um homem e seu filho tentam sobreviver na estrada rumando a um destino incerto.
‘A Estrada’ acompanha o pai e filho durante sua jornada ao “sul”, intercalando a narrativa com flashbacks que explicam o passado – não sobre o desastre, mas sim sobre os personagens.

Basicamente isso. O personagem vivido por Viggo Mortensen (o eterno Aragorn) não tem nome, tampouco sua mulher (Charlize Theron) ou filho. Logo no começo do filme, uma hecatombe de proporções globais atinge o praneta e grande parte da humanidade vai pro saco. Os poucos que restaram sobrevivem como podem, fuçando destroços em busca de comida. O canibalismo acaba virando a única saída para a fome.

Numa das cenas mais chocantes, pai e filho encontram uma casa aparentemente abandonada – e percebem, da pior maneira possível, que seres humanos estão sendo tratados como animais. Em outra cena, vemos ambos gozando de certo conforto e saciedade – mas continuamos tensos, porque sabemos que vem merda pela frente. Um sentimento quase paranóico de medo.

O final é tão triste quanto ótimo, com uma resposta óbvia (que se estende sutilmente nos créditos) para aqueles que prestarem atenção na composição da cena.

A Estrada
Merchan fodido da Coca-Cola no filme.

A Estrada é um filme de enredo simples e cenas arrebatadoras. Um suspense puro, de alto peso psicológico, capaz de deixar o espectador tenso o tempo todo. A fotografia é fantástica, com imagens e tonalidades carregadas propositadamente de cinza e marrom. E impressiona como Viggo emagreceu pra fazer o papel.

É um filme quase sem ação – nem se compara outros filmes catástrofe como 2012. Mas é filmão imperdível.

Frutos do Cerrado – SP

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Frutos do Cerrado Vila Mariana Pinheiros

Graças à minha amigona Zuleid, agora tenho como degustar todos os bizarros sabores da linha Frutos do Cerrado em São Paulo!

A loja Frutos do Cerrado da Vila Mariana tem todos os sabores à pronta-entrega, além de alguns sabores de sorvete de massa em potes de 2 litros. E se você morar perto da região, também possuem delivery – entregues dentro de uma caixa de isopor, caso prefira (R$ 5,00).

O atendimento é sensacional, tanto por telefone quanto pessoalmente. Fui muito bem atendido e os produtos são mesmo ótimos. E o melhor: fecha às 23h!

Para os fresquinhos, a casa também possui sabores “normais”, como Chicabon, Abacaxi, Chocomenta e Napolitano. Mas a graça mesmo é experimentar os sabores exóticos: Murici (não é o Ramalho, azedo), Araticum, Buriti e Jatobá. Tem até de QUEIJO (que não é fruto, como bem sabem)!

Frutos do Cerrado – Vila Mariana (Link Google Maps)
Rua Áurea, 351 – Vila Mariana, São Paulo, SP
(11) 5084-8014

Frutos do Cerrado – Pinheiros (Link Google Maps)
Rua dos Pinheiros, 320 – Pinheiros, São Paulo, SP
(11) 3061-0241 (Fecha às 22h)

Picolé Frutos do Cerrado – Gengibre

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Frutos do Cerrado Gengibre

Continuando as resenhas sobre os Picolés Frutos do Cerrado, prossigo com o de Gengibre. Tá certo que não é fruto e nem é do cerrado, mas resolvi experimentar mesmo assim.

Pra quem já comeu gengibre num restaurante japonês, é exatamente este o gosto: Adocicado, ardido e agora também gelado. MUITO ESTRANHO, mas MUITO bom. Mas acho que é meio ame-ou-odeie – se você não gosta de gengibre, nem passe perto.

É esquisito demais pros gostos populares, principalmente pra quem só gosta de picolé Kibon, esses maricas.

O que estou ouvindo em: 16/08/2010

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Mistureba.

  1. Ozzy Osbourne – I Don’t Wanna Stop
  2. Mad Caddies – Without You
  3. Motorhead – In the Black

Saltside Out

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Saltside Out

Outro bagulho bizarro que comprei na Lazybone.

Saltside Out é um saleiro invertido: ou seja, o sal fica do lado de fora do saleiro. Que fica do lado de dentro do saleiro.

Curioso e divertido.

O sal é dispensado por um furinho no topo, e abastecido por outro furo maior perto da base. Dá um pouco de trabalho de abastecer, mas vale a pena. E nem pense em usar sal vagabundo, daqueles que grudam. O melhor mesmo é usar sal soltinho, tipo aqueles Aji-Sal.

Cerca de 16 dólares também, o mesmo preço do Cat/Dog Tea Towel Holder.

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