Macacada, conforme prometido, finalizamos o sorteio do Cat End Towel Holder!
O vencedor foi escolhido via http://sorteie.me, e é... @sandromachado !!
O LINK do sorteio realizado é: http://sorteie.me/RpO
Os participantes do sorteio, que deram RT na frase e seguiram ou já seguiam o Sobrenada no Twitter estão NESTE link: http://migre.me/contar-cliques/?url=15Vcx
Parabéns ao @sandromachado! Entraremos em contato via Twitter para os dados de envio. À todos os demais que participaram, seguiram e deram RT, o nosso obrigaado... valeu, pessoal!
Aguardem mais sorteios em breve...
Pra fechar a semana, um dos melhores vídeos do Primus.
E Les Claypool, um dos melhores baixistas do mundo.
Enjoy, amigos.
E se eventos históricos estivessem no Facebook?
Por Sobrenada; Categorias: Infernet, Blog, Dúvidas Cruéis 1 comentário »Hilário, sensacional. Traduzido pra vocês. O original em engrish vocês encontram aqui.

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Tá a fim de ganhar um autêntico, felino e bizarro Cat End Towel Holder - ou, em português bem claro, um Cabide Rabo de Gato?
Como agradecimento a vocês, caros leitores do Sobrenada.org, vamos sortear esse bisonho apetrecho.
Para concorrer, vocês DEVEM seguir os seguintes passos:
- Seguir o Sobrenada no Twitter
- Dar RT na frase: Tô concorrendo a um bizarro Cabide Rabo de Gato! Acesse http://migre.me/15Vcx , siga o @sobrenada e dê RT!
- O sorteio será feito pelo famigerado http://sorteie.me . Só entram no "engine" do site os usuários que seguirem o Sobrenada e TAMBÉM derem RT, portanto não vacile.
- Participarão do sorteio os usuários que seguirem o procedimento acima até o meio dia deste domingo, 22 de Agosto de 2010.
- Só vale para usuários do Twitter que residam no Brasil, ok? Se você é leitor do Sobrenada Blog e não tem Twitter ainda, vai logo lá fazer o seu cadastro e sigam-me os bons.
Divulgarei o vencedor no próprio dia 22/08/2010.
Obs: Nenhum gato foi molestado durante este sorteio. Ainda.
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Quando eu era moleque, meus pais costumavam dizer que jogar videogame não me levaria a lugar algum. Era desperdício de tempo, dinheiro, e ainda ia me deixar cego algum dia. Em vez de ficar com a cara grudada na tela, deveria aprender algo de útil pro meu futuro profissional.
Eu confesso: eu extrapolava, sempre fui gamemaníaco doente. Lembro da época dos meus 10 anos, quando começava a jogar NES/MasterSystem depois do jantar e ficava até 1 da manhã. Meus pais me davam um puta esporro, mas não adiantava muito: eu ligava a TV, deixava o volume baixinho e continuava até as 4h. E acordava às 6h pra ir pra aula.
Minhas notas na escola eram uma merda. Também, pudera: eu sabia de cor a sequência correta de chefões de MegaMan 2, mas não os nomes das Capitanias Hereditárias. Conseguia finalizar The Immortal em 2 horas, mas não conseguia ficar 15 minutos lendo um capítulo de Geografia. Só me dava bem mesmo nas aulas de Português e Inglês.
Gostava especialmente dos RPGs, mas não entendia porra nenhuma do que aparecia na tela: Inn? Weapons? Blacksmith? Tudo no idioma bretão.
Roubei do meu pai o Michaelis e fiz um par perfeito com o Aurélio. Scimitar => Cimitarra => Espada longa de lâmina curva. -Ah, tá.
Lembro que aprendi a diferença entre PULL e PUSH jogando Maniac Mansion. E Open. Pick up. Look.
Assim, meu vocabulário e proficiência foram aumentando, assim como meu interesse pela língua inglesa (e pelos games, claro).
E aí chegamos onde eu queria.
Nunca fiz curso, escolinha ou algo parecido. Tive apenas aulas básicas no ensino fundamental.
E hoje, só falo inglês graças aos games.
Na empresa onde trabalho atualmente, sou um dos raríssimos que possuem fluência no idioma. E detalhe: é uma multinacional.
Alguns colegas já receberam um ultimato: têm um ano pra aprender, ou estão na roça. E a situação sempre foi a mesma em todas as empresas por onde passei.
Claro que alguns segmentos de mercado são mais ou menos afetados, mas conheço relativamente bastante gente nessa vida, e posso afirmar: menos de 10% dos meus colegas/amigos/conhecidos se viram bem no inglês. E menos de 5% falam fluentemente.
Não é de se estranhar. Escolas de inglês ministram aulas 1, 2 vezes por semana. Trancam o aluno numa sala e fazem uma espécie de lavagem cerebral apressada, enfiando comida goela abaixo na esperança que tudo aquilo seja mastigado, deglutido e absorvido. À força.
Eu, que aprendi inglês fluente jogando videogame, posso afirmar: o tempo dedicado aos jogos geralmente é muito maior. E divertido, variado, interessante. Jogadores “casuais” brincam pelo menos uma hora por dia. Porra, até o FARMVILLE anda ensinando muita coisa pro pessoal. Crop, harvest. Nomes de legumes, frutas e verduras.
E não é só isso: jogos desenvolvem a capacidade analítica, estratégica e o raciocínio de maneira geral. Possuem um grande potencial para o ensino e a educação - é um PUTA dum recurso audiovisual poderoso. E INTERATIVO, baseado no tripé tentativa – erro – recompensa.
Merece até um outro post só sobre isso, destrinchando propostas e conceitos que usem Games como ferramenta de educação e estudo.
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| Tô estudando pra caralho, mãe. |
Enfim: no MEU mundo ideal, os professores de inglês diriam aos alunos: - “Como lição de casa, quero que comentem a história de Final Fantasy 9 até o segundo CD”. Professores de História e Geografia nos pediriam para jogar “Where in the World is Carmen Sandiego?” ou “Medal of Honor”. As ‘provas em grupo’ seria praticamente Multiplayer.
E eu orgulhosamente penduraria meu diploma na parede, constando: “Sir Sobrenada, Silverhand MBA Paladin Lvl99.”
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Filme apocalíptico-desastre de Cormac McCarthy (Onde os Fracos Não Têm Vez), onde um homem e seu filho tentam sobreviver na estrada rumando a um destino incerto.
'A Estrada' acompanha o pai e filho durante sua jornada ao "sul", intercalando a narrativa com flashbacks que explicam o passado - não sobre o desastre, mas sim sobre os personagens.
Basicamente isso. O personagem vivido por Viggo Mortensen (o eterno Aragorn) não tem nome, tampouco sua mulher (Charlize Theron) ou filho. Logo no começo do filme, uma hecatombe de proporções globais atinge o praneta e grande parte da humanidade vai pro saco. Os poucos que restaram sobrevivem como podem, fuçando destroços em busca de comida. O canibalismo acaba virando a única saída para a fome.
Numa das cenas mais chocantes, pai e filho encontram uma casa aparentemente abandonada - e percebem, da pior maneira possível, que seres humanos estão sendo tratados como animais. Em outra cena, vemos ambos gozando de certo conforto e saciedade - mas continuamos tensos, porque sabemos que vem merda pela frente. Um sentimento quase paranóico de medo.
O final é tão triste quanto ótimo, com uma resposta óbvia (que se estende sutilmente nos créditos) para aqueles que prestarem atenção na composição da cena.
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| Merchan fodido da Coca-Cola no filme. |
A Estrada é um filme de enredo simples e cenas arrebatadoras. Um suspense puro, de alto peso psicológico, capaz de deixar o espectador tenso o tempo todo. A fotografia é fantástica, com imagens e tonalidades carregadas propositadamente de cinza e marrom. E impressiona como Viggo emagreceu pra fazer o papel.
É um filme quase sem ação - nem se compara outros filmes catástrofe como 2012. Mas é filmão imperdível.








