Lego StarCraft: Brick Rush

Por Sobrenada; Categorias: Games Comente! »

Sensacional. Admiro a paciência desses caras.
Clique no vídeo e veja no YouTube em HD porque vale a pena.

Rã Zumbi?

Por Sobrenada; Categorias: Alimentícios, Animais Comente! »

Puta bagulho bizarro esse. Dá até má impressão ver essas pernocas tremelicando no prato. Mas dá várias idéias boas pra sacanear a galera... ou matar a mãe de susto. Pena que ela não gosta de carne de rã.

Mad Caddies - Consentual Selections

Por Sobrenada; Categorias: Audio 1 comentário »

Mad Caddies - Consentual Selections


A banda mais conosco-ninguém-fodosco de ska / skacore / rock, MAD CADDIES, lançou um novo álbum dia 20/07.

A má notícia: é uma coletânea.
A boa notícia: duas músicas inéditas.

Pra compor a coletânea, a banda botou pra votação todas as músicas de sua história. Isso mesmo: os fãs é que montaram o disco. Isso resultou um BOM álbum - mas eu, sinceramente, montaria diferente.

Em todo caso, a seleção final foi (minhas notas ao lado, de 1 a 5):

  1. Backyard (3.8)
  2. Leavin' (4.0)
  3. No Hope (4.0)
  4. Drinking for 11 (4.8)
  5. Mary Melody (4.0)
  6. State of Mind (4.0)
  7. Falling Down (4.2)
  8. Just One More (4.8)
  9. The Bell Tower (4.3)
  10. Monkeys (5.0)
  11. Days Away (3.7)
  12. Silence (5.0)
  13. Road Rash (4.5)
  14. Whatcha Gonna Do (2.0)
  15. All American Badass (4.9)
  16. Reflections (4.2)
  17. The Gentleman (3.2)
  18. Last Breath (4.7)
  19. Popcorn (4.8)
  20. Tired Bones (4.8)
  21. Preppie Girl (4.5)
  22. Weird Beard (4.7)
  23. Save Us (inédita; 4.0)
  24. Why I Must Wait (inédita; 3.4)

Enfim, uma boa seleção. O que faltou para ser ótimo? Digo já:

  • The Joust (5.0)
  • Medium Unwell (5.0)
  • S.O.S. (cover fodona do ABBA - 4.4)
  • Villains (4.7)
  • Good Intentions (4.8)
  • Game Show (4.3)
  • Without You (5.0) - Essa fez MUITA FALTA.
  • Coyote (4.7)
  • Pyramid Scheme (4.5)
  • Souls for Sale (4.6) - Essa fala até de São Paulo...
  • Mum's the Word (4.4)
  • Easy Cheese (4.7)
  • Hound Bound (5.0)

Em todo caso, procure pela discografia deles e dê uma auscultada nas recomendações aí de cima. Garanto que não vão se arrepender.

Pênalti Cavadinha é coisa do passado

Por Sobrenada; Categorias: Notícias Comentadas 2 comentários »

O jogador sub-19 do Real Betis (segunda divisão do futebol espanhol), Ezequiel Calvente, marcou um gol de pênalti nada convencional. Só dá pra perceber o que houve no replay mesmo.

GENIAL. E brasileiro aqui achando que cavadinha é o máximo da inovação nas penalidades.

Logitech Harmony One

Por Sobrenada; Categorias: Tecnologia, Gadgets 5 comentários »

Logitech Harmony One

 

A Logitech tem vários modelos de controles remotos universais, que vão desde os mais simples (Harmony 300 de US$ 49,00) até os mais sofisticados (caso do Harmony 1100, de US$400,00).
No entanto, há uns 2 anos, lançaram um modelo intermediário que supre todas as necessidades do usuário comum, sem deixar de lado funcionalidades mais avançadas e o design caprichado. Com vocês, o Harmony One.

Por US$ 250,00, você leva praticamente o mesmo modelo e funcionalidades do Harmony 900 (top de linha junto com o 1100) - a única diferença é que o Harmony 900 opera por rádio-frequência e o One usa o bom e velho infravermelho.

Mas vamos a uma análise breve do controle. É um aparelho elegante, GRANDE, com um excelente acabamento. Possui no topo uma tela touch screen capacitiva, retroiluminada, que inclusive mostra tutoriais e menus de ajuda. É a interface que você provavelmente mais vai usar.

As demais teclas são meio padrão dos controles universais: teclado numérico, teclas de dvd, volume, canal, input, etc. Nada de novo. Tem função Learning, podendo aprender funções dos controles remotos originais. Mas é bem provável que você não precise.

Isso porque o banco de dados de aparelhos cadastrados é GIGANTINÓRMICO - mais de 225 mil marcas. E a grande vantagem é que este banco de dados fica na nuvem - ou seja, tá sempre atualizado.
O CD de instalação do treco guia você passo a passo, e programar seus aparelhos é ridiculamente fácil.

Também dá pra personalizar a arte (logotipos) dos canais que aparecem na telinha touchscreen, fica bem legal. E a telinha também emula os botões do seu controle original - no meu caso, em que o "input" da TV tem 3 HDMI, ele criou os botões virtuais (entre outros). E mesmo se você não ficar satisfeito com o setup que ele criou, você pode alterar as funções facilmente no PC.

O mais legal nesses Harmony, no entanto, é a mudança no paradigma: Você cria uma espécie de "macro" de acordo com a ATIVIDADE que vai fazer. Exemplo: Pra ver filmes no meu WDTV LIVE, eu normalmente:

- Ligo a TV
- Mudo a TV pra HDMI 3
- Ligo o Home Theater
- Boto o Home Theater em AUX
- Ligo o WDTV Live

Um saco - sem falar no número de controles necessários pra essa porra toda. E com o Harmony, programo tudo isso em apenas UM BOTÃO - e ele faz tudo sozinho. A única coisa que ele não faz é ligar o PS3 (que opera por Bluetooth), mas como normalmente ligo o videogame pelo próprio Gamepad, não me faz falta alguma.

Que mais: usa bateria recarregável e vem com uma base recarregadora bem style; possui entrada mini-USB pra programar no PC; a telinha LCD é colorida e nítida; permite programar até 15 aparelhos diferentes; as demais teclas são iluminadas para serem usadas no escuro; e qualquer pessoa na sua casa vai saber usar. O único empecilho para Noobs e idosos/crianças é a famosa MALDIÇÃO DO CABRAL: o idioma português é o da Terrinha (PT-PT), então acostume-se a explicar ao povo que Ecrã é tela, etc. Eu uso em engrish mesmo porque acho melhor.

Compra recomendadíssima. Se você não faz questão de rádio-frequência e nem tá a fim de pagar mais 150 dólares por isso, pode ir de Harmony One sem medo. MUITO, mas MUITO melhores que os controles universais da Philips. É outro nível.

After Burner Climax [PS3]

Por Sobrenada; Categorias: Games Comente! »

After Burner é um dos maiores crássicos da Sega. Sucesso no fliper (joguei muito), era um jogo nota ZERO em simulação, mas 10 em diversão. Arcadezão total.

A iteração nova, After Burner Climax, foi lançada nos arcades em 2006 com uma nova cabine e gráficos belíssimos para a época. E em abril de 2010 chegou aos consoles de última geração (PS3 e X360). É exatamente a mesma jogabilidade (odeio esse neologismo) da versão anterior, mas com uma roupagem um pouco mais moderna.

After Burner Climax
O bom e velho After Burner. Clique para ampliar.


O sistema de jogo é exatamente o mesmo. Derrube aviões inimigos com a metralhadora ou com os trocentos mísseis que o avião comporta e vá avançando pelos diferentes níveis até o final. A mecânica mistura um pouco de Out Run: em determinadas fases, você pode escolher entre rotas alternativas, levando a fases diferentes. Porém, quando comparamos ao mesmo Out Run, temos muito menos opções - embora algumas rotas se dividam, elas invariavelmente se juntam mais pra frente e só permitem 2 fases finais diferentes (Out Run tinha 5).
E o tal do CLIMAX do título? É apenas uma barra especial que se enche com o tempo. Ao usar esse poder, o jogo entra em câmera lenta, seu radar aumenta e você consegue disparar infinitos mísseis nos inimigos.

Os gráficos são aceitáveis, mas longe de serem maravilhosos (embora fossem em 2006). Algumas texturas são bem fraquinhas, e embora algumas fases impressionem (principalmente com nuvens), os efeitos de montanha e água são bem artificiais.

As versões de console têm extras interessantes: conforme você vai jogando e preenchendo certos requisitos, alguns cheats e tweaks são liberados: mísseis infinitos, velocidade maior, mira automática, etc. Tira um pouco da graça, mas ajuda muito a conquistar os troféus - são 12 ao todo, um mais fácil do que o outro.

Se recomendo? Pra quem gastou muitas fichas no fliper jogando o crássico After Burner, SIM. Já se você procura jogos realistas de simulação (estou falando com você, jogador de Combat Flight Simulator), melhor procurar outra coisa.

Ron Livingston, o Keyboard Cat

Por Sobrenada; Categorias: Infernet, Animais Comente! »

O que acontece ao juntarmos Ron Livingston (o Peter de "Como Enlouquecer Meu Chefe") com um dos maiores memes da internet?


Ps: Office Space (título original de "Como Enlouquecer Meu Chefe") é um dos melhores filmes sobre o cruel dia a dia do mundo corporativo, IMHO. A cena de espancamento da impressora é épica.

Death Spank [PS3]

Por Sobrenada; Categorias: Games Comente! »

Death Spank


Pense num nome bom pra um jogo. E pra um protagonista.
Pense em um jogo que usa uma CUECA como logotipo (com direito a espada estampada).

Pense em Death Spank.

O próprio Ron Gilbert (de Monkey Island) define o game como uma mistura de Diablo com Monkey Island. E acreditem ou não, faz todo o sentido do mundo.

Death Spank (puta nome legal) é, a princípio, um RPG. Mate monstros, siga missões, acumule XP e ganhe grana pra comprar equipamentos. O divertido nisso tudo é que Death Spank é uma paródia. Uma paródia a si mesmo e aos RPGs em geral.

Você encarna um herói com o mesmo nome do título; um desses cavaleiros benfeitores cuja força é tão grande quanto própria ingenuidade. Como resultado disso, Death Spank vive se metendo em encrencas ao tentar ajudar as pessoas.

O jogo começa com Death Spank (porra, nome legal mesmo) procurando por um poderoso artefato, chamado... O Artefato. Só que sua natureza solícita não deixa passarem batidos os inúmeros pedidos de ajuda da população. E o ingênuo herói, em vez de buscar logo a porra dO Artefato, se enrola todo resolvendo pepinos da população preguiçosa e interesseira.

A mecânica do jogo é interessante: embora seja um RPG na sua essência, os combates lembram games como Brütal Legend - basicamente um beat'em up 3D. Os 4 face buttons servem pra dar porrada - ou seja, você pode equipar até 4 armas, e usar todas ao mesmo tempo na pancadaria.

Os gráficos são ótimos, coloridos, HD, com uma arte particular e única. E os diálogos são um caso à parte: funcionam no mesmo sistema dos adventures da Lucas Arts. Escolha uma entre diversas opções de frases e vá desenrolando a conversa, que quase sempre é nonsense e hilariante.

Death Spank
A Floresta Encantada. E unicórnios assassinos.


Aliás, o humor é O ponto forte do jogo. Ron Gilbert sabe como ninguém explorar o recurso de diálogos Adventure, gerando inúmeras piadinhas e situações divertidas. Há uma cena, onde Death Spank resgata uma órfã mimada, que é simplesmente sensacional. Ri litros.
As vozes também são bem divertidas, embora o vozeirão canastrão de Death Spank canse com o tempo. As inúmeras (centenas) de missões paralelas (side quests) também são engraçadas, mas também cansam um pouco com o tempo. O game ainda permite combinar itens (como os adventures), mas o recurso é subaproveitado. E faltaram puzzles, na minha opinião - a imensa maioria das missões é resolvida na porrada mesmo.

É um ótimo jogo, mesmo assim. Se você gosta de Monkey Island, humor nonsense, Diablo e RPGs, não tem como não gostar de Death Spank.

US$ 14,99 na PSN - provavelmente o mesmo na Live.
http://www.deathspank.com/

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