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Já fui várias vezes lá... nem sei porque não havia resenhado ainda.
Localizado no estereotipado bairro oriental da Liberdade (SP), o Taizan é um tradicionalíssimo restaurante japonês com cardápio chinês. Portanto, não espere encontrar festivais de sushi ou sistema rodízio - o forte da casa são os pratos quentes, tudo à la carte.
Yakissoba, lombo frito, chop suey. É disso que estou falando. Comida de primeira, saborosa, com porções fartas. O lombinho de porco frito, por exemplo, é de se comer rezando. Eles também tem um tofu com carne e pimenta que é sensacional. Sen-sa-cio-nal. E mesmo nos crássicos, como o yakisoba ou yakimeshi, o esmero sobressai.
Ah!! E a pimenta da casa? Peça, é obrigatória. Uma malagueta curtida no azeite que é tão saborosa quanto cheirosa. Que pimenta maravilhosa.
Que mais? O ambiente é amplo e espaçoso, com pé direito mais alto do que o normal. Pode-se dizer que é um lugar bonito (o que é diferente de suntuoso). O atendimento é bom e corretíssimo, como tem que ser.
Estacionamento ao lado, e também tem delivery.
Taizan (Link Google Maps)
Rua Galvão Bueno, 544 - Liberdade
(11) 3277-8550
www.restaurantetaizan.com.br
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Na real? O Microsoft Wireless Mobile Mouse 3500 é um mouse wireless como outro qualquer. Pequeno, portátil, usa a tal da nova tecnologia Bluetrack da MS (que, em tese, permite usar com qualquer superfície) e tem os já conhecidos 2 botões + central wheel. Ah, e o transceptor usb é minúsculo, ficando apenas meio centímetro pra fora do slot. Ótimo pra notebooks.
Boa mesmo é a história por trás (no bom sentido, claro) do mouse.
Quando bati o olho nos modelos 3500 expostos na Fnac, o preço era de R$ 139,00. Só que UM DELES estava custando R$ 89,99.
Era o rosa.
Tanto o preto quanto o branco custavam 50 reais a mais do que o rosa. Não tive dúvidas. Peguei o rosa mesmo. Que nem é tão rosa assim, vai. É meio metálico, e avermelhado.
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Tá bom, é ROSA mesmo essa merda. Mas economizei cinquentinha, pô.
Vale a pena, não vale?
Digam que sim...
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Consegue reconhecer TODOS os games que estão representados nessa imensa pixelart? Navegue pelo mapa, e ao reconhecer um game, clique nele e digite a resposta certa. O mais divertido é que tem várias pegadinhas. Exemplo: uma "colina fazendo SHHHHHHH!"= Silent Hill. Pegou, pegou???
Tente acertar todos, I dare you. E no meio tempo, tente admirar a belíssima arte do Arcade Aid.
Crássicos Revisitados: O Último Dragão
Por Sobrenada; Categorias: Cinema e TV, Crássicos Revisitados 1 comentário »Bruce Leroy. E Sho'nuff.
O Último Dragão foi um filme emblemático. Primeiro porque era um típico filme dos anos 80, com direito a doses cavalares de pop culture, black power e, claro, artes marciais. Segundo porque era um filme BESTA. Tão besta que pode ser considerado um filme ÓTIMO.
Leroy Green era um afrodescendente com pinta de oriental. Lutador de kung-fu do Harlem, buscava o último grau do seu treinamento - conhecido como The Glow (e que foi porcamente traduzida como O Brilho na dublagem brasileira). Seu mestre já não podia lhe ensinar mais nada - O Brilho só poderia ser buscado e alcançado pelo próprio Leroy. E só pra não largar neguinho de mãos abanando, o mestre dá a ele um amuleto mequetrefe.
Assim, em busca desse poder definitivo, Leroy parte para sua cruzada - e acaba CRUZANDO mesmo caminhos com Sho'nuff, o Shogun do Harlem.
Agora permita-me uma pausa para explicar a importância deste personagem.
Misture Gene Simmons (Kiss) com black power, armadura de samurai, óculos "veneziana" e Shao Khan. Este é Sho'nuff.
Ele é responsável por 90% da diversão do filme. Sho'nuff é o cara. DA MASTA.
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| Da Masta. |
A indumentária é lendária - porra, óculos VENEZIANA! Dogi vermelho estilo samurai! E os Converse nos pés!! Lutador usando tênis!! O cara chega até a dizer, numa cena: "Kiss my Converse". É sensacional, amigos, sensacional.
E o estilo de luta do figura? E o nome, Sho'nuff? E o auto-proclamado título de SHOGUN DO HARLEM? E a interpretação magistral (!) do ator Julius Carry?
Sho'nuff é o melhor personagem de filme B já criado. EVER.
Mas voltemos ao filme. Onde eu estava mesmo? Ah, sim.
Leroy e Sho'nuff cruzam caminhos uma porrada de vezes durante o filme. Leroy, o mocinho de autocontrole impecável (e que acaba ganhando a alcunha de Bruce Leroy), recusa-se a lutar e usar suas habilidades para a violência. O que só emputece Sho'nuff, obviamente.
Nesse meio tempo, uma famosa apresentadora chamada Laura Charles também acaba emputecendo um produtor, que tenta sequestrá-la. Acho que era isso. Lembro que esse produtor acaba trazendo Sho'nuff pro lado dele, e que o Leroy acaba fazendo o par romântico com a Laura. E claro que ele vai tentar resgatá-la, e acaba enfrentando o Sho'nuff.
Só lembro da luta final. Bruce Leroy espanca Sho'nuff; Sho'nuff, raivoso e arregaçado, desperta um poder adormecido e adquire uma aura vermelha brilhante em volta do corpo. Aí é Sho'nuff que espanca Bruce Leroy, de virada.
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| Pense num cara foda. |
E é claro que é nessa parte que Leroy desperta também o seu tão procurado BRILHO (que é amarelo) e chuta a bunda do Sho'nuff, no melhor estilo supersaiyajin. E o amarelo ganha, epic win, com direito a DEFEITOS especiais dignos de Chaves.
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| Bruce Leroy, o Iluminado |
Sim, a história é uma merda, assim como a produção em geral (mas a fotografia até que é boa).
Tá, tá, o filme todo é uma merda, vai. Mas é icônico, porra. É o ápice da mistureba pop dos anos 80, pra quem viveu essa época.
Se você é mais novo, ou mais velho, e nem sabe de que diabos estou falando, vale a pena assistir mesmo assim. É deliciosamente tosco. É tão delícia que estão cogitando um REMAKE, com Samuel L. Jackson no papel do Sho'nuff.
Mas o verdadeiro Shogun do Harlem foi um só, Julius Carry. Que Deus o tenha.
Adoro coisas nonsense. E a musiquinha? Sensacional.
Esse vídeo já é velho, mas esses dias relembrei a cena na casa de uns amigos e o resultado foi um só: ri tanto que me deu até dor de cabeça.
O Today Show é um programa relativamente famoso. Esta edição era temática, contendo elementos de Halloween e Star Wars, com direito a anões (bêbados, segundo a lenda) vestidos de Ewoks.
O resultado? Dois pentelhos brigando e causando no programa. A reação dos convidados é hilária. E prepare-se pra RIR LITROS a partir dos 3:45min.
Crássicos Revisitados: Dadinho
Por Sobrenada; Categorias: Alimentícios, Crássicos Revisitados 1 comentário »
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Quando moleque, eu devorava uns 10 desses doces por dia. Troço barato, dava pra comprar pelo menos meia dúzia com o troco do lanche ou do pão.
Dadinho era (é) um doce de amendoim bem gorduroso. A textura da gordura hidrogenada não enganava ninguém - até hoje, inclusive. Era sólido, mas bastava começar a mastigar que já assumia uma consistência pastosa e grudava no céu da boca e dentes. Puta inferno. Mas era bão.
Diz a lenda que o "IV Centenário", escrito na embalagem, é o nome original do doce, criado para homenager os 400 anos da cidade de São Paulo. Puta nome ridículo pra um doce, convenhamos. Imagina o moleque pedindo na padaria: -Aí, moço, me dá meia dúzia de QUARTO CENTENÁRIO.
Vaisifudê. Não é de se admirar que o apelido Dadinho é que acabou pegando, por causa do seu formato cúbico que lembra... bem, um dadinho.
Tentei achar o site da Dizioli pra confirmar esta história, mas quem disse que existe? Porra, tá certo que doce Dizioli sempre foi coisa de pobre, mas até a Dolly tem site! Porra, Dizioli!
Enfim. Esses dias comi um Dadinho de novo (alguém me deu) e me pareceu PIOR do que era antes. Talvez meu paladar de adulto esteja melhor, vai saber. Ou o óbvio: as empresas continuam piorando seus produtos.
O fato é que o famoso Dadinho sobrevive, engordando crianças e cariando os dentes de várias gerações.









