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A pedidos do caríssimo @luizmarcelo, segue resenha de uma das únicas Honey Mustard decentes que achei aqui no Patropi.
Desde a época do KFC, fiquei meio viciado em comer frango frito com Honey Mustard. Eles tinham um dip sauce sensacional, que combinava maravilhosamente bem com aquele frango gordurento e engraxado deles. Aí desistiram do Brasil, fecharam as lojas, e deixaram um monte de brasileiros remelentos com síndrome de abstinência da famosa receita secreta do Coronel Sanders.
A boa notícia é que já dá pra achar uma boa Honey Mustard por aqui. A Morehouse Honey Mustard é muito parecida com aquela oferecida pelo KFC. Um pouco menos doce, talvez, mas igualmente boa.
É difícil de achar. Eu vi enquanto peregrinava pela Liberdade (a Chinatown brasileira), mais precisamente na Marukai, famosa loja do bairro. Estava ela lá, frasco amarelo e tampa azul, perdida no meio dos molhos Shoyu e óleos de gergelim, implorando para ser degustada. Resolvi levar e não me arrependi.
Como disse, é menos doce do que o molho do KFC, mas é muito melhor do que a Honey Mustard que o McDonalds ofereceu tempos atrás. Não é tão picante, puxa mais pro suave. E a tampa (gargalo) é daquelas largas, padrão americano, servindo perfeitamente no meu Mustard Marvin.
A foto acima é da versão normal - a Honey Mustard tem tampa azul e, bem... tem as inscrições Honey Mustard no rótulo. Não achei foto dela nem com reza braba. Mas prometo que hoje tiro uma foto da minha e coloco aqui, inclusive com o Mustard Marvin.
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Bierlikör é, segundo a fabricante, o primeiro licor de cerveja do Brasil.
É elaborado com base na cerveja Dunkel (variedade escura com 5 maltes diferentes), contendo também cacau e uma forte graduação alcoólica, de mais de 30º. O resultado? Um licor encorpado, doce pra caralho, com forte presença de chocolate e baunilha, com destaque para o sabor do malte.
Já disse que é doce, né? DEMAIS. Doce de melar o dedo no copo. E o sabor de chocolate é BEM forte, descaracterizando um pouco o sabor de cerveja. As mulheres provavelmente adorariam, mas o teor alcoólico deve assustar as mais chatinhas - Bierlikör tem o dobro de álcool da Amarula, por exemplo.
Dependendo das suas intenções, no entanto, essa graduação elevada pode ser uma graaaande vantagem frente às moças... ahem. Continuemos.
A Eisenbahn, conhecida cervejaria nacional lá de Blumenau (SC), tem umas boas pérolas no acervo etílico. Suas cervas artesanais são muito agradáveis, embora razoavelmente raras aqui em SP. Em média, cada garrafa de Bierlikör sai por uns R$ 30,00 nos mercados.
Vale a pena ter uma garrafa no acervo caseiro. Recomendado.
(imagem chupinhada do Emporio Biergarten)
Bobbi Eden promete felação se Holanda for campeã
Por Sobrenada; Categorias: Notícias Comentadas Comente! »
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A Larissa Riquelme, torcedora paraguaia (-para quê? -Paraguaiaaaaa) prometeu posar nua caso o Paraguai fosse campeão. E acabou posando mesmo com a desclassificação da sua nação.
Já a atriz pornô holandesa Bobbi Eden prometeu algo mais interessante. Disse que, caso a Holanda seja campeão do mundo, vai fazer sexo oral com todos os seus seguidores no Twitter.
Inverossimilhança à parte, já são mais de 18.000 seguidores. E a chance da moçoila ter que cumprir a aposta é razoavelmente grande, visto que já tem vaga garantida na final.
Só sei de uma coisa. O que vai ter de gente gritando "CHUUUUUUUUUUUPA!!!" se a Alemanha perder...
Fonte: Terra
Pac Man Wallpaper para iPhone iOS4
Por Sobrenada; Categorias: Gadgets, Games, Apps / Software Comente! »
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Alguém teve uma ótima sacada e fez um criativo wallpaper para o iPhone. Não é animado como os wallpapers do Android (hohoho), mas é bem legal.
Tudo o que tem o Pac Man é legal. Ponto pacífico.
Taí embaixo pra download, pra quem quiser. E este é o link do site original.
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Épico.
O DLC de Rock Band desta semana, na PSN, é o primeiro pack de músicas da banda mais fodosca dos anos 70: Creedence Clearwater Revival.
Não bastasse isso, o pack é mais do que especial: Em vez das costumeiras 3 músicas por pack, fomos agraciados com nada menos que 12 músicas. DOZE. 12 hinos que marcaram muito a minha infância roqueira.
Eis as canções:
- Bad Moon Rising
- Born on the Bayou
- Down on the Corner
- Fortunate Son (Original) - já havia uma cover
- Green River
- I Heard Through the Grapevine (a cereja do bolo)
- Lookin' Out my Backdoor
- Proud Mary
- Run Through the Jungle
- Travelin' Band
- Up Around the Bend
- Who'll Stop the Rain
O pack completo custa $19,99 e vale CADA MALDITO CENTAVO. Só a "I Heard it Through the Grapevine" vale o preço do pacote - 10 minutos de puro CCR.
E claro que muitas outras pérolas ficaram de fora, mas creio que teremos, em breve, um CCR Pack 2. Veremos.
DLC obrigatório, seus canalhas, ouviram? OBRIGATÓRIO.
Cosplay sempre foi um troço meio "vergonha alheia" pra mim. Não é preconceito - apenas acho extremamente embaraçoso sair por aí vestido de Pato Donald, Goku ou outro personagem qualquer. Weird.
No entanto, justiça seja feita: até que existem casos interessantes desse troço, se é que você me entende. Eis abaixo alguns modelos... aham, interessates do Anime Expo 2010 (clique para ampliar).
(fotos da ign.com)
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| Que porra de sutiã é esse... |
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| Camarão |
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| Ahhh... Poison... |
Tem também uma mina que faz um cosplay profissional - Francesca Dani. É outro nível. E o site é interessante também.
Pra quem ainda tenta convencer a mulher a se vestir de doméstica e enfermeira, fica aí a dica pra dar uma variada :).
Crássicos Revisitados: Street Fighter II: The World Warrior
Por Sobrenada; Categorias: Games, Crássicos Revisitados 3 comentários »
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| Tela raríssima: a máquina nunca ficava livre. |
Eu nunca vou esquecer o dia em que eu entrei no costumeiro fliper da Liberdade e vi, espantado, uns 20 moleques em volta de uma máquina. Não conseguia ver quem jogava, tampouco a tela. Mas ouvia gritos e vozes digitalizadas que, até então, eram o supra-sumo da tecnologia.
Era 1991, e eu era um moleque cabeludo de 15 anos.
E quando eu finalmente consegui botar os olhos na tela daquela máquina empesteada de gente, vi algo que transcendia tudo o que já tinha visto em matéria de games.
Dois bonecos gigantes (para os padrões da época) se pegavam na porrada. Um deles, de dogi (kimono de luta) branco e faixa vermelha na cabeça, atirava bolas azuis voadoras em um magricela que esticava os braços por quase toda a tela. As vozes dos personagens, perfeitas, soltavam palavras inintelegíveis como CHORIUGUE e YUGAFAIER.
Aquilo era Street Fighter II, meus amigos. Lendário.
Depois de uns 15 minutos esperando, finalmente consegui jogar. Não sozinho - mas um "contra", como dizemos até hoje quando tiramos um player vs. player. Me senti mais perdido que cebola em salada de frutas. 6 botões na minha frente, e eu com apenas 5 dedos.
Descobri, a duras penas, pra que serviam os botões. Foi uma mudança completa de paradigmas aprender que não bastava somente pular e apertar os botões desesperadamente: era preciso coordenar movimentos como "meia lua" + soco, "carregar" o golpe, defender com o stick para trás.
E algumas fichas depois e MUITO tempo de pé, comecei a pegar a manha do negócio.
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| Sou brasileiro e não desisto nunca. |
Street Fighter II surpreendeu a comunidade dos videogamers por vários motivos: gráficos belíssimos para a época, vozes praticamente perfeitas, mecânica totalmente inovadora. E estratégia, muita estratégia.
Cada personagem tinha seus pontos fracos e fortes. Com o tempo, os moleques começavam a se especializar em um estilo, em um boneco. E dava pra traçar estratégias contra o adversário, dependendo de qual personagem ele escolhia. Dava até pra se julgar uma pessoa pelo personagem escolhido - "O Apelão", "O Técnico", "O Mané".
Aprender a jogar com cada um dos 8 lutadores também foi algo épico. Conceitos totalmente novos. Soco fraco, médio, forte. Aprender a "inverter" os golpes caso estivesse do outro lado da tela. Lutar com estilo. Sim, até isso havia. Chegou num ponto onde não bastava ganhar do adversário: tinha que "matar bonito": um Shoryuken, um Pilão Giratório.
Assistir aos outros jogando era algo como ver o UFC no pay-per-view hoje.
E assim eu passava os dias no fliper.
É divertidíssimo olhar pra trás e lembrar a mudança cultural que tudo aquilo causou;
- Os moleques dizendo "solta radúgue", "choriúgue"; chamando o golpe do Guile de FACÃO;
- Um monte de gente revoltada pelo fato de o brasileiro ser um animal e morar na Amazônia;
- Guris soltando o "Spinning Bird Kick" pra ver a calcinha da Chun-Li;
- Gente brigando de verdade porque o outro "apelou" e "pegou tonto";
- Gente abusando do exploit do Guile (aquele que paralisava);
- A galera que chamava o M.Bison de MISTER BISON;
- Molecada gritando "faz meia lua e soco" quando, tecnicamente, era 1/4-de-lua;
- Até hoje não conheço ninguém que pronuncia "Gáil". Todo mundo fala Guile (como se escreve);
- Discussões infindáveis sobre como quebrar o carro em menos tempo (bonus stage);
- A famosa "apelação" de dar rasteirinha rápida e logo em seguida agarrar; enxágue, repita.
- O "Tiger ROBOCOP";
- Gente que dizia que o efeito parallax do cenário era 3D;
- Gente comprando SuperNES só pra ter Street Fighter II em casa;
- A lenda do Hadouken Vermelho - um glitch que fazia o Hadouken normal sair, bem... vermelho. A molecada pirava em mil teorias que tirava mais energia, era o "radugue perfeito", etc;
- A outra lenda do golpe secreto da Chun Li, onde ela tirava os braceletes e arremessava no oponente;
- A clássica brincadeira de Primeiro de Abril da revista GamePro, dizendo que Sheng Long (mestre de Ryu e Ken) aparecia no final caso o jogador finalizasse o game vencendo todos os rounds com Perfect, sem perder nenhum.
Eu gostava de ir treinar e jogar nos flipers da Liberdade, só pra depois ir ao arcade do shopping e esmerilhar com os filhinhos de papai. Eu ficava a tarde toda com uma ou duas fichas - a contagem de Win acima do placar chegando a 30 enquanto os moleques gastavam toda a mesada tentando me tirar da máquina. Virava questão de honra.
Uma horda assistia hipnotizada - como disse, era quase uma UFC em forma de pixels.
De lá pra cá, a Capcom criou história com a série Street Fighter.
Trocentas cópias surgiram - Mortal Kombat, Fatal Fury, Killer Instinct - só pra citar alguns. A própria Capcom reinventou seu blockbuster e lançou outras versões: Champion Edition (mestres selecionáveis), Hyper Fighting, New Challengers (4 novos lutadores), entre outros - a última versão é a Super Street Fighter 4, para os consoles de nova geração. O gênero dos games de luta surgiu, evoluiu, e conquistou milhões de fãs.
E hoje, 20 anos depois, eu ainda gosto de usar o emulador pra jogar o "velho" Street Fighter II. Sem Super Combos, sem barra de Especial, sem ultra-finish-sei-lá-o-quê.
Só o bom e velho Ryu sentando um lindo CHORIÚGUE no Ken, aquele viadinho.
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| Toma, namorado da Barbie, viadinho. |
Leia também:
Street Fighter 4 [PS3]
Street Fighter Legacy
Super Street Fighter II Turbo HD Remix














