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Jailbreak do iPad2 com Jailbreak.me é a coisa mais ridícula do mundo
Por Sobrenada; Categorias: Gadgets, Apps / Software Comente! »![]() |
Sério. Orkutizaram o Jailbreak.
Agora qualquer nó-cego faz jailbreak no seu iDevice - até mesmo sem querer!
E não precisa nem de tutorial. Certifique-se que você tem a versão 4.3.3 do iOS 4 instalado. Acesse jailbreak.me do Safari do seu aparelho, clique em Free/Install e pronto. Ele vai criar o ícone do Cydia no seu springboard, instalando e fazendo jailbreak. Levou nem 10 segundos aqui no meu iPad2.
Simples assim.
Vamos ver se agora os cagões de plantão entendem que jailbreak não fode o aparelho, é reversível, não danifica a camada de ozônio e nem faz bebês-foca morrerem no Alaska.
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Jogaço pra iPad que veio pramatar a saudade de "Rock'n Roll Racing", sucesso dos consoles 16bit.
Em Death Rally, você controla um carrinho todo equipado com mísseis, lasers, minas e uma porrada de outras armas, com o intuito de vencer a prova e causar o máximo de destruição possível nos adversários.
A visão é superior, e você controla o seu veículo usando um direcional virtual no próprio touchscreen. O carro não responde muito bem no começo, mas à medida que você vai pegando as manhas e fazendo upgrade nos carros (principalmente no atributo 'Handling'), o jogo vai ficando mais amigável. E as corridas são rápidas, então é perfeito pra aquela jogadinha casual no intervalo do futebol ou antes de dormir. A merda é que Death Rally é viciante, então você sempre se flagra dizendo "Essa é a última, depois eu paro". E na hora que vai ver, já tá 2 horas jogando direto.
São várias pistas, armas, carros e modos diferentes de jogo. E praticamente todos estes itens podem ser upgradeados com grana, que você ganha no final de cada corrida, dependendo do seu desempenho e arruaça.
Com suporte para GameCenter e seus achievements, além de ser viciante e divertido, Death Rally é download obrigatório pra qualquer iPad.
Traduzido e adaptado por Sobrenada.org.
Via 9gag.com

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Infinity Blade chegou ao iPhone e iPad com muito buzz e frisson. Blá blá blá, gráficos de ponta, blá blá blá.
Como bom vintage gamer que sou, aprendi há tempos a não ficar dando trela pra nego que se maravilha muito com os gráficos. Prefiro a boa e velha jogabilidade e fun factor. Tem gráficos bons? Melhor ainda - mas não o inverso.
Aí instalei o Infinity Blade pra ver qualé.
Vou resumir assim: É um jogo único. Primeiro porque impressiona mesmo, graficamente falando - ainda mais quando consideramos que o iPad é um celular gigante. Segundo porque sua jogabilidade, em tese, é única para um tablet ou device touchscreen.
Você controla um guerreiro que busca vingar o pai. Para isso, precisa matar um camarada lá enfurnado no topo de um castelo. E pra chegar até lá, são várias batalhas, acumulando XP e comprando armas e armaduras no meio do caminho.
O esquema todo é meio na forma de script: você não controla o boneco ou algo assim. Lembram de Myst? É algo parecido, você vai navegando de tela em tela e invariavelmente arruma briga aqui e ali - que é, claro, o ponto alto do jogo.
Os controles de combate envolvem basicamente usar o seu dedo para dar espadadas no inimigo. É um sistema simples e complexo ao mesmo tempo: reproduza os cortes com o dedo. Toque no ícone do escudo para bloquear, ou nas laterais pra esquivar. E contra-ataque o inimigo cruzando espadas (ou o gesto do corte) na direção contrária ao golpe dele.
Magias? Sim, há algumas, provenientes de anéis. Desenhe com os dedos o ícone da magia desejada pra usar contra os inimigos.
É divertido e relativamente variado, mas enjoa um pouco. Os inimigos até são diferentes, mas o sistema não muda muito. É pegar a manha e aí jogar até ficar enfadonho.
Cada inimigo morto te dá XP, que aumenta ou diminui de acordo com o seu desempenho. Esses pontos são usados para melhorar as armas que possui - quando você se especializa em uma delas, ganha ainda mais XP para subir de nível e melhorar seus atributos. A grana que você ganha serve pra comprar novas armas.
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| Um dos vários combates de Infinity Blade |
O interessante - e ao mesmo tempo banal - deste jogo é que, se você morrer, não recomeça de onde parou. Você simplesmente tem que reiniciar outro jogo, com o mesmo guerreiro - mas este será o filho do último guerreiro morto. E por aí vai o game - de geração em geração, você invade o castelo e luta seu caminho até chegar no tal do cavaleiro do mal.
É um bom jogo, divertido, e possui aquele vício de "level grinding" que os amantes de RPG adoram. Mas não tem muita profundidade. É andar, duelar, andar, duelar, andar, duelar, e (pelo menos no começo) morrer muito. E começar de novo com outra geração - pense numa família amaldiçoada.
Enfim: é um jogo que explora bem o sistema multitouch do iPad, e o faz com muita propriedade. Como JOGO, falta profundidade. Belíssimo graficamente, mas com pouca personalidade.
E apenas uma observação: Quando joguei Infinity Blade pela primeira vez, lembrei muito de Okami (PS2), que fazia você desenhar na tela para realizar comandos, ataques e magias (usando um direcional!).
Fico imaginando um port de Okami para o iPad. Seria juntar o melhor dos dois mundos: um game que use tanto controles tradicionais quanto os "touch", aliados a uma história envolvente e profunda.

A Celestial Brush de Okami
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Pois bem: continuemos o review sobre o iPad. Na primeira parte, abordamos algumas questões sobre o hardware e o sistema operacional. Mas como é que este conjunto se comporta no dia-a-dia? Quais as limitações? E como o iPad se adequa ao conceito de tablet?
Quando os primeiros rumores sobre o iPad surgiram, lembro que eu (e mais 99% da população terrestre) pensou: PRA QUÊ diabos vou precisar disso? Era, em tese, um computador portátil sem teclado e touchscreen. Ora, a HP já tinha alguns modelos de notebook tipo tablet, e empresas como a Nokia e Archos já tinham mini-tablets com capacidade pra acessar a internet e mídia.
Conforme as especificações foram confirmadas, o frisson só aumentou: Sem USB? Sem Flash? Sistema operacional de telefone? Por que trocaria meu notebook por um desses?
As pessoas não conseguiam posicionar o produto em uma categoria. A PRÓPRIA APPLE não conseguia (ou não queria) posicionar o produto em uma categoria. E isso gerou uma confusão na cabeça das pessoas, lembrando-me inclusive a fábula do corvo e do cisne - dizem que o corvo, no desejo de ser lindo como um cisne, arrancou suas próprias penas, colou penas de cisne no próprio corpo, e tentou juntar-se a eles. Foi ridicularizado. Tentou voltar para o bando dos corvos, e foi igualmente rechaçado.
Ou seja: o iPad foi criticado pelos que o consideravam um notebook (a grande maioria), e também foi criticado por aqueles que o posicionaram na categoria media player / celular / ebook.
E Steve Jobs, em tese, sabia disso - e sua intenção, muito clara agora, era ser o primeiro a entrar nesse novo mercado. Não tem USB? Nem flash? Nem câmera? Foda-se, foi o pioneiro! Deixe as mudanças para o próximo modelo, o importante agora é CRIAR e DOMINAR esse mercado.
Por isso, o iPad não é nem corvo e nem cisne. Analisemos então este "novo" conceito:
O Conceito
Algumas pessoas começaram a pregar por aí que o iPad é o futuro da computação pessoal, o verdadeiro PC (personal computer). Um multigadget, que pode se transformar num livro, ou num mp3 player, ou num leitor de emails. E que seria responsável pela "inclusão digital" (entre aspas mesmo) de gente que não têm habilidade com computadores, como aqueles seres extraterrestres chamados "pais e mães". E avós.
São pessoas que apanham de sistemas operacionais completos e usam 1% do que a máquina oferece. Querem ver email, sites, vídeos, fotos, um joguinho aqui ou lá. E sempre levam bronca porque abrem email com vírus, desconfiguram tudo, apagam fotos sem querer.
Pois bem, o iPad serviria para estas pessoas. Para descomplicar.
O ESCAMBAU QUE É.
Ora, peça a esta mesma vovozinha para usar o iTunes e colocar músicas no iPad. Ou configurar a conta de email no aparelho. Ou sincronizar uma pasta de fotos entre desktop e iPad.
Porra, se a pessoa não sabe nem abrir as fotos no desktop, como é que saberia jogar tudo isso pro iPad? E usando um software PORCO como o iTunes ainda por cima?
Desculpaí, gente. Mas quem acha que o iPad veio facilitar a vida desse povo está MUITO enganado. A porra do iPad não vem NEM COM UMA MERDA DE MANUAL!
Grande parte dos aplicativos disponíveis também não ajuda. Não são amigáveis, não deixam claro onde clicar, e muitos usam gestures "personalizados" - diferindo de app para app. Deslizar 2 dedos na tela em um app tem um significado totalmente diferente em outro, e por aí vai.
É o que eu disse lá em cima. Público alvo. O iPad NÃO É para leigos ou analfabyticos. Fazer download de aplicativos ou arquivos é sofrível. Não há um Gerenciador de Arquivos para saber onde estão salvas as suas coisas - e mesmo se houvesse, seria inútil porque temos que usar o iTunes pra sincronizar tudo. Em tese, não dá pra copiar um simples arquivo para o iPad sem fazer o mesmo passar pelo iTunes.
Não fosse por ele, minha opinião seria outra. O aparelho em si é fácil de usar, responsivo e relativamente rápido. Mas fazer com que o usuário médio ou leigo dependa de softwares toscos pra fazer TUDO, é a morte. MATA o aparelho e este conceito de "novo PC".
Quem vê o iPad na mão de um amigo, ou na loja, realmente fica maravilhado. Ouve as músicas, vé vídeos, acessa a internet, vê livros sendo folheados como se fossem reais. Até joga games 3D com total fluência. E sai elogiando - PUTA TRECO LEGAL. E aí compra, leva pra casa, e quer MORRER quando vê a dificuldade de se TRANSFERIR, CONFIGURAR OU COMPRAR tudo aquilo que ele viu na loja. É a grande diferença de se MEXER num iPad e TER um iPad - é fácil virar as páginas de um e-book, mas vá COMPRAR um livro online. Ou sequer abrir a porra da conta na AppStore e transferir os livros pro iPad.
Portanto, se você pensa em dar um iPad pro seu pai, mãe ou tia que não sabem mexer em computador, DESISTA DA IDÉIA. Ou prepare-se para a) ser um eterno helpdesk deles ou b) ver um iPad acumular poeira no canto. O grande problema é depender do iTunes pra tudo.
E esse lixo merece um capítulo especial:
iTunes
Essa é a maior aberração que Steve Jobs já criou. O software mais ridículo da face da Terra. É lerdo, pesado, ineficiente, nada intuitivo, e extremamente limitado. Não serve pra PORRA nenhuma. Acessar a AppStore por ela é traumático. Ouvir músicas ou vídeos via iTunes é revoltante. E ter que usar essa joça pra fazer a ponte com o iPad é a antemão de tudo o que o "simplificador" Steve Jobs prega nos seus produtos.
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| Não posso nem usar pra construir armas nucleares. |
Leigo NENHUM usa esse software com facilidade. Primeiro porque ele roda (?) com extrema dificuldade em computadores mais antigos ou menos parrudos. Segundo porque tem 30MB e leva anos pra baixar em conexões lentas. Terceiro porque é OBRIGATÓRIO. E não me venha falar em Jailbreak - não é coisa para leigos.
Assim que o iPad chegou, liguei ansioso para testá-lo. Fui saudado com uma tela sem-graça me mandando plugar no iTunes - sem isso, ele não funciona.
O micro da empresa não me deixava instalar o iTunes. Tive que esperar chegar em casa para poder instalar o iTunes - não sem antes aguardar o download do programa.
Instalei, pluguei o iPad. Tive que abrir uma conta na Apple. Fiz o primeiro sincronismo, e só aí pude usar o iPad. Apple, eu te odeio.
O que é o iPad então?
Não me entendam mal: o iPad é ótimo. Mas é pra poucos.
Não é notebook. Nem celular. E nem um ebook reader. O iPad é... um iPad - um multigadget. Serve pra um monte de coisas, e não presta pra tantas outras. Mas veremos isso na próxima parte do review.
Fiquem ligados.
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Ler é uma dos principais motivos pelos quais peguei o iPad. E embora o aplicativo iBooks seja o mais usado, eu achei no Bookman uma versatilidade interessante.
O Bookman abre não apenas epubs (formato padrão de ebooks), mas também pdfs, zips, rars e arquivos cbr e cbz de histórias em quadrinhos.
A interface lembra bastante o iBooks e o Aldiko (para Android), simulando uma estante que ordena os livros pelas capas. Também possui suporte a Bookshelves separadas, marcadores de páginas, histórico e navegador de páginas.
Funciona muito bem para livros; o porém é que o Bookman tem um bug chato com arquivos cbr ou rar, fazendo com que grande parte destes arquivos não sejam exibidos. A solução, segundo o autor Takashi Kato, está sendo providenciada - mas desde Abril de 2010 não há notícias.
Os thumbnails dos livros na prateleira também demoram um pouco pra aparecer (digamos, uns 4-5 segundos pra aparecerem todos na tela), mas nada que arruine o app.
Tirando esses defeitos, um bom app.

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Pois é, amigos. Acabei me rendendo ao iPad por conta de algumas necessidades (abaixo) e, confesso, um certo espírito de EARLYADOPTISMO. E como sabemos, o early adopter sempre se fode. Mas se diverte.
Como o guru Pedro Burgos narrou maviosamente lá no Gizmodo, é impossível fazer um review do iPad sem se prolongar nas análises. Ainda mais um aparelho que, em tese, redefine muita coisa em termos de conceito.
Por isso, vou separar o review por partes. Nessa aqui, vou comentar somente sobre o hardware e o sistema operacional (iOS 3.2.2) do iPad. Depois comentarei sobre o Conceito, "usabilidade prática" e até mesmo sobre a própria Apple - e o quanto a filosofia teimosa de Steve Jobs contribui (positiva ou negativamente) para o aparelho.
Antes, meu perfil de uso, não necessariamente em ordem de importância:
- Filmes e música;
- Leitura (ebooks, revistas, quadrinhos);
- Internet e (odeio o termo) mídia social;
- Trabalho (Office, Suítes gráficas, projetos);
- Games;
- PIM (personal information manager - ou uma espécie de agenda/diário/calendário/etc)
Pois bem, vamulá:
É BÃO:
- Tela capacitiva de vidro: é lisinha, super glossy. Dizem que é Gorilla Glass, mas nem Apple nem Corning (fabricante do GG) confirmam. E responde muito bem ao toque, com ótima precisão. A resolução? 1024x768 (não é lá grande coisa). A qualidade das imagens é ótima vista de qualquer ângulo graças à tela com IPS (in-plane switching).
- Traseira de alumínio: tem textura acetinada, bem agradável ao toque. Mas parece riscar fácil, o que torna quase obrigatório um daqueles cases medonhos. E de que adianta ser bonito, se praticamente obriga você a usar um case pra não riscar?
- OS rápido: é praticamente um port do OS do iPhone, só que pra iPad. No novo hardware do iPad, o sistema é rápido e responsivo. os 256MB de RAM é que fodem o esquema, tornando algumas atividades um pouco mais lentas ou limitadas (cof cof Safari cof cof).
- Acelerômetro: é bom, preciso e rápido. O iPad percebe de forma eficiente e precisa quando você vira a tela pros lados ou de ponta-cabeça, alternando entre retrato e paisagem. Visualmente, há uma animação - e não uma mudança brusca de um modo para o outro. E isso faz muita diferença.
- Bateria: O truque do tio Jobs foi meter DUAS baterias no iPad (do tamanho das baterias do iPhone). O resultado é um aparelho que realmente dura as 10 horas prometidas. Se o uso for modesto, aguenta até um pouco mais.
É MARROMENO:
- Os speakers têm volume decente , mas o som sai por um único speaker na parte de baixo do aparelho, matando qualquer efeito estéreo. De qualquer forma, se for usar o iPad pra ouvir música, a melhor experiência é, disparada, ouvir com fones de ouvido.
- Botões de liga/desliga e volume são bem espartanos. Feios, eu diria. Os botões do iPhone 4 são bem bonitos - o iPad poderia ter usado algo semelhante.
- Ausência de câmera: Na boa, pra mim não faz diferença alguma. Nunca usaria um iPad pra TIRAR fotos. Videoconferência? Meh. Faz uns 4 anos que uso celulares com câmera frontal e nunca fiz uma chamada de videofone sequer. Só botei aqui em MARROMENO porque tem gente que faz questão.
- A tela super glossy é ruim pra leitura debaixo do sol. Não que você vá usar especificamente pra isso, mas é ruim. Não conte com o iPad pra qualquer tipo de atividade externa sob o sol.
- Dizem que esquenta. Eu, particularmente, não percebi isso (ainda).
- Itens inclusos no pacote: A caixa do iPad contém: o aparelho, um carregador + cabo usb e um "manual" PORCO, que só serve pra mostrar onde ficam os botões do aparelho. Só. Não tem fone de ouvido, dock, cd com o lixo do iTunes, músicas ou vídeos sample, flanelinha. Já disse que não vem com manual? Por sorte, alguma boa alma montou um manual que tem circulado pela web: procure por "iPad: The Missing Manual" no seu torrent favorito.
- O sistema operacional é meio amarradão - bem característico de um SO de telefone. Até o Android tem trocentas opções de configuração e personalização. No caso do iOS3.2.2., não dá pra mexer em muita coisa. Widgets? Launchers? Pode esquecer. Mas não deve incomodar a maioria dos consumidores.
- Embora a bateria seja ótima, ele não carrega se conectado ao USB de um PC (somente dos Macs mais novos). PORÉM, isso tem solução. PCs mais novos podem usar um programinha da Asus (mas que funciona em várias marcas) que habilita a "energização" de gadgets via USB. É o AiCharger - pegue AQUI (no bom sentido).
- O teclado virtual é melhor do que eu pensava, mas não se compara ainda ao teclado hardware. Isso no modo paisagem. No modo retrato é bem meia-boca, mas a estrutura do iPad possibilita segurar o aparelho com as 2 mãos e digitar usando os dedões (tipo um gamepad). Arresorve.
- O processador é até rápido, mandando bem nos joguinhos 3D (qualidade de PS2, digamos assim) e nos aplicativos. Mas na hora dos vídeos, falta punch. Um exemplo: Ao executar o VLC player (player para filmes), ele não consegue rodar filmes .mkv de 720p ou mais. A mensagem que o app dá é que o PROCESSADOR não aguenta. Se é culpa do processador ou do app, eu já não sei. Farei mais testes com arquivos HD nativos (.mov).
- 3G: Como me disse o Burgos, o 3G é meio inútil. Primeiro porque, na maioria das vezes em que EU uso, estou coberto com wifi (trampo ou em casa). Segundo porque posso usar a internet wifi do Milestone. Terceiro porque o iPad usa aquele MINISimCard, o que faz com que você a) corte seu simcard existente ou b) tenha que ir até a operadora trocar/reivindicar outro. E pagar, claro.
É RUIM:
- Entradas USB: Já cansaram de falar por aí, mas vou engrossar o coro porque realmente faz falta. Não estou dizendo entrada para CABO, como costumamos ter nos celulares, porque isso o 10-pin cable da Apple resolve - é por meio dele que você liga o iPad a uma entrada USB do computador. O que falta mesmo é uma entrada USB tradicional, pra plugarmos pendrives, câmeras ou até mesmo nossos smartphones no iPad. A Apple criou um adaptador que permite plugar câmeras fotográficas ao aparelho - porra, puta gambiarra.
- O formato abaulado da traseira: O iPad tem as bordas traseiras mais finas, o que garante um aspecto mais bonito e faz o treco parecer mais fino. Mas este fator, aliado à traseira acetinada (e lisa) geram um efeito colateral desagradável: aumenta o risco de fazer ele escorregar das mãos. É difícil de explicar com palavras, mas tente segurar uma pirâmide pelo topo: Quanto mais você aperta, mais ela tende a escorregar pro lado oposto - e com impulso, ainda por cima.
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| Segurar assim, com o dedão paralelo à moldura, não dá firmeza. E a borda convexa da traseira não ajuda em nada. |
- A moldura: É outro problema. Dependendo do caso, ela pode ser muito larga ou muito estreita. Para segurar o iPad nas mãos, como um caderno, a largura da moldura é suficiente caso você segure com o polegar paralelo à tela (como na foto acima). Só que esta posição não dá firmeza nenhuma e prejudica ainda mais o efeito pirâmide explicado acima. Se você for usar o iPad como ebook, piorou: é impossível segurar ele deitado de barriga pra cima. Tá bom, também não dá pra fazer isso com um livro normal (ainda mais se for grande), mas porra, o Kindle permite isso na boa.
- O peso: Não acredite em quem diz que o iPad é leve. Não é coisa nenhuma - 720g (modelo 3G) incomodam bastante na maior parte das utilizações (que geralmente são feitas com uma mão só). Isso faz com que a posição mais cômoda de usar o iPad continue sendo o colo ou apoiado numa mesa - sim, exatamente como fazemos com o "ultrapassado" note/netbook. E como disse acima, tentar ler deitado na cama, segurando o iPad sobre a cabeça, é cruel.
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| Agora tente fazer isso com o iPad e uma mão só. |
- Multitarefa: Realmente, o iPad NÃO é multitarefa. Confesso que não atrapalha TANTO assim, mas faz falta - principalmente para apps como MSN, Skype e afins. Ter que sair do Messenger pra poder abrir um email é uma puta sacanagem. As notificações também são um saco: receber uma PORRA de uma popup no meio de outra atividade (jogos, por exemplo) é triste, muito triste.
Neste caso, tiro o chapéu pro Android, que notifica você na barra superior caso receba um email, sms, atualização e qualquer outro tipo de coisa. A multitarefa está prometida para o novo iOS4, em Novembro. Veremos.
Enfim. É basicamente isso sobre hardware/software, macacada. Claro que ainda estou em fase de experimentação e meus conceitos podem mudar - ou a lista acima pode aumentar. Mas como eu disse lá em cima, são as PRIMEIRAS impressões.
O que realmente me INCOMODA DEMAIS, DEMAIS, DEMAIS, DEMAIS, DEMAIS, DEMAIS, DEMAIS, é a PORRA DO iTunes. Esse lixo em forma de software. O iTunes, por si só, é capaz de arruinar a experiência com o iPad, com a interface amigável do aparelho, e também com as ótimas possibilidades que o iPad tem. Mas isso fica pro próximo capítulo do review.
Até lá!
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| iTunes, Apple? Sério? Vai tomar no cu. |













